Livros e História -
Dez anos sem Aloysio Biondi, o jornalista que desnudou as privatizações no Brasil
“Quando notares, estás à beira do abismo, que cavaste com teus pés” (Cartola; serve para a velha mídia)
Por Marcelo Salles: “A coligação de José Serra acionou o Tribunal Superior Eleitoral, pedindo a cassação da candidatura de Dilma Rousseff. O motivo seria a quebra do sigilo fiscal, pela Receita Federal, de pessoas ligadas ao PSDB, incluindo a filha de Serra, Verônica Serra.”
O entusiasmo que toma conta de mais da metade do eleitorado brasileiro, quando estamos a um mês do primeiro turno das eleições, por poder retomar as praças e as ruas do Brasil com grandes comícios e festas, não deve jogar areia nos olhos daqueles que querem fazer do Brasil um país menos injusto socialmente e mais forte e soberano economicamente.
Faz 20 anos que sou torcedor do Corinthians. Tenho muito orgulho da minha escolha. Ainda criança, assumo que tinha simpatia pelo São Paulo. Era naquela idade em que filho copia tudo do pai. Nesses tempos, eu era muito criança e não gostava muito de futebol. Nem do São Paulo.
por Flamarion Maués: “Em julho passado completaram-se dez anos da morte de Aloysio Biondi, certamente um dos mais importantes jornalistas que o Brasil teve, atuante dos anos 1960 até 2000, quase sempre na área de economia. Conheci o Aloysio por conta do livro o Brasil privatizado: um balanço do desmonte do Estado – o único que ele publicou em vida.”
A arrogância e a prepotência com que o governo dos EUA se comporta no mundo contemporâneo, além de cansativas, estão se tornando um perigo para a sobrevivência da humanidade. Que eu saiba, à exceção dos poucos países cujos governos mantêm uma postura totalmente submissa aos interesses norte americanos (cito de cabeça a Colômbia, a Costa Rica, a Arábia Saudita e a Coréia do Sul como exemplos mais significativos), nenhum de nós, mortais, deu procuração a Washington para pensarem e agirem em nosso nome.
por Izaías Almada
Existe alguma coisa mais falsa do que nota de 3 reais? Existe. O programa de José Serra na estreia da campanha pela TV. Chega a ser grotesco. Se comparado, então, ao programa da candidata Dilma Roussef, é covardia…
Nada mais tosco e antigo do que o programa inaugural de Serra: marketing eleitoral, na melhor [...]
Um dos “efeitos colaterais” da implantação do neoliberalismo no Brasil, nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, foi a adoção de medidas duríssimas contra os sindicatos de trabalhadores, por parte dos governos e dos patrões. O próprio FHC inaugurou a moda, ao despachar tanques do Exército para as refinarias, já no primeiro ano de seu mandato inicial, em 1995.
A reivindicação da anistia no Brasil após o golpe de 1964 teve um momento importante em 1975, quando D. Paulo Evaristo Arns encaminhou, na Quinta-Feira Santa daquele ano, “um pedido de ampla e generosa anistia para os presos políticos às autoridades brasileiras”. E foi nesse ano que a campanha pela anistia começou efetivamente de modo mais organizado.
O Brasil bateu recorde na utilização de agrotóxicos no ano passado. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Na última semana, alguns artistas conhecidos do público brasileiro resolveram deitar falação contra a candidata Dilma Roussef. O fato não deixa de ser curioso, pois uma parte dos artistas brasileiros, minoritária – reconheça-se – acostumou-se a olhar para o próprio umbigo e pouco sabe da realidade à sua volta.
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