Até a Vitória, Sempre!
MARCELO SALLES, jornalista, é colaborador do jornal Fazendo Media e da revista Caros Amigos, da qual foi correspondente em La Paz entre 2008 e 2009.
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Brasil 2020: uma Potência Solidária
O Brasil deve, mais do que nunca, aproveitar algumas vantagens conquistadas pelo continente sul-americano, manifestadas com maior clareza nos últimos seis anos: o expressivo crescimento econômico regional, o significativo aumento da inclusão social, as amplas reservas financeiras acumuladas e o portentoso mercado interno que conquistamos.
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A Bolívia entre o divisionismo e a integração sul americana
As recentes manifestações populares na Bolívia colocam o governo Evo Morales numa situação delicada, mas não há risco de ruptura institucional como parte da imprensa brasileira tem divulgado. Desde que indígenas moxeño, yurakaré e chimane se levantaram contra a construção de uma estrada de 306 km no coração da Bolívia, os colonizados de plantão enxergaram uma nova chance de ver o presidente Evo fora do poder.
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Ultra-capitalismo: do terrorismo ao calote mundial
Por que não podemos classificar o terrorista norueguês como ultra-capitalista? Por que temos que nos conformar com o rótulo na capa da revista Veja, que o chama de ultra-nacionalista, ou com as variantes usadas no restante das corporações de mídia (atirador, terrorista, extremista e outros tantos, que confundem muito mais do que explicam)? São confiáveis esses veículos de comunicação que imediatamente após o tiroteio sopravam que se tratava de um “extremista islâmico”?
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Eleições no Peru e a saída para o Pacífico
por Marcelo Salles: “Devemos acompanhar com atenção a definição das eleições no Peru, que no próximo dia 5 de junho escolherá seu novo presidente entre Ollanta Humala e Keiko Fujimori – as últimas pesquisas apontam empate técnico. O Peru merece nossa atenção por qualquer ângulo que se olhe. Seja pelos investimentos que nossas empresas mantêm no país andino, seja pela importância de seu desenvolvimento para toda a região.”
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Os ensinamentos de Realengo à República
A tragédia em Realengo não é apenas mais uma entre tantas que nos atingem – desde desastres aéreos até chacinas como a de El Dourado dos Carajás. O que aconteceu no Rio de Janeiro é um divisor de águas, uma mudança substantiva no modo de o Brasil se relacionar com a escola e um salto sem precedentes em direção ao pânico social.
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O elo indissociável entre Bolsonaro e a mídia
No final do ano passado, fiz aqui um breve balanço da vitória dos Direitos Humanos nas eleições de 2010. Parlamentares de todo o país foram eleitos com essa bandeira, como Luiza Erundina e Paulo Teixeira (SP), Camilo Capiberibe (AP), Erika Cocai (DF), Iriny Lopes (ES) e Eduardo Campos (PE), entre muitos outros.
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Visita de Obama ao Rio: protesto ou plateia?
A visita do presidente dos Estados Unidos ao Brasil, no próximo final de semana, conta com uma forte ação midiática que objetiva sensibilizar o nosso povo. O site da embaixada pede que brasileiros enviem mensagens de boas vindas e promete presentear as melhores com camisas, livros e outros presentes. Corporações de mídia foram contratadas – ou a cobertura que vemos seria apenas reflexo da simpatia? – para divulgar, diariamente, a vinda de Barack Obama.
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Lições árabes para Nuestra América
Por Marcelo Salles: Em artigo recente, Soliz Rada faz a defesa radical dos blocos “del sur”: “Nas mãos das atuais gerações de latino-americanos está a escolha entre o Mercosul ou a morte. A primeira implica a formação a médio prazo da Nação do Continente Latino-Americano. A segunda, resignar-se a que a América do Sul converta-se em um novo Porto Rico”.
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Análise: o “gasolinaço” boliviano para além das corporações de mídia
Como entender os recentes protestos que tomaram as principais capitais bolivianas entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano? Quais os seus reflexos para o continente, tendo em vista o posicionamento estratégico da Bolívia na América do Sul e considerando que a razão central das manifestações foi o aumento de até 80% no preço do petróleo e seus derivados?
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Balanço: Vitórias dos Direitos Humanos
Chegando ao final do ano, é possível afirmar: os Direitos Humanos conquistaram grandes vitórias em 2010. Candidatos que empunham abertamente essa bandeira foram eleitos em todo o país, como Luiza Erundina e Paulo Teixeira (SP), Camilo Capiberibe (AP), Erika Cocai (DF), Iriny Lopes (ES) e Eduardo Campos (PE), entre muitos outros.




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