Livros e História
FLAMARION MAUÉS é editor de livros e historiador.
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Os livros de denúncia da tortura após 64
Com o golpe de 1964, a tortura voltou a ser utilizada como arma de repressão política. Apresentarei aqui, em duas partes, alguns dos primeiros livros publicados no Brasil que denunciaram a tortura a dissidentes políticos após o golpe. Trata-se de um levantamento preliminar, apenas de obras editadas até 1979.
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Intimidades entre imprensa e ditadura
Já há certo tempo vem ficando muito clara, às vezes mesmo explícita, a intimidade entre donos de veículos de comunicação da grande imprensa, jornalistas em posição de comando nesses veículos e setores políticos conservadores e de direita no Brasil.
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Dez anos sem Aloysio Biondi, o jornalista que desnudou as privatizações no Brasil
por Flamarion Maués: “Em julho passado completaram-se dez anos da morte de Aloysio Biondi, certamente um dos mais importantes jornalistas que o Brasil teve, atuante dos anos 1960 até 2000, quase sempre na área de economia. Conheci o Aloysio por conta do livro o Brasil privatizado: um balanço do desmonte do Estado – o único que ele publicou em vida.”
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Um livro na campanha pela anistia
A reivindicação da anistia no Brasil após o golpe de 1964 teve um momento importante em 1975, quando D. Paulo Evaristo Arns encaminhou, na Quinta-Feira Santa daquele ano, “um pedido de ampla e generosa anistia para os presos políticos às autoridades brasileiras”. E foi nesse ano que a campanha pela anistia começou efetivamente de modo mais organizado.
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Um livreiro que não sabia que era responsável pela segurança nacional
O espanhol Raul Mateos Castell é livreiro e editor, e foi o criador, nos anos 1970, da Livraria e Editora Ciências Humanas. A livraria, na rua 7 de Abril, foi uma das principais de São Paulo na época, no que diz respeito a livros políticos e acadêmicos de ciências humanas.
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Há 30 anos, três livrarias eram alvos em SP
Trinta anos atrás, em abril de 1980, mais exatamente na sexta-feira santa daquele ano, três livrarias de esquerda foram atacadas a tiros na cidade de São Paulo. No bairro do Butantã, na entrada da USP, o alvo foi a Livraria e Editora Livramento; no bairro de Pinheiros, a Livraria Capitu; e na avenida Paulista, a Livraria e Editora Kairós.
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Preciosidade: Lançada edição fac-símile do jornal alternativo Ex-
No finalzinho de junho, ocorreu um grande lançamento editorial, certamente um dos principais deste ano: o Instituto Vladimir Herzog e a Imprensa Oficial de São Paulo publicaram a edição fac-similar do jornal Ex-, um dos mais significativos da imprensa alternativa dos anos 1970 no Brasil.
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Na Argentina, TV Pública inteligente e polêmica questiona o monopólio da mídia
Voltei de Buenos Aires recentemente. Estive na cidade por alguns dias e uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a forte polarização política que existe lá e em todo o país. De um lado, setores do governo, peronistas de diversos matizes, setores da esquerda e a maior parte da população mais pobre, que apoiam o governo da presidenta Cristina Fernandez de Kirchner.
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Um ano depois do golpe, documentário mostra a repressão e a resistência em Honduras
Quase um ano atrás, em 28 de junho de 2009, ocorreu o golpe que derrubou o presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya. Desde então uma forte reação popular se desencadeou no país, além de uma grande pressão diplomática contra o governo golpista e seu continuador, o atual presidente Porfírio Lobo.




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