Colunas


  • Interditar o interdito proibitório!

    Um dos “efeitos colaterais” da implantação do neoliberalismo no Brasil, nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, foi a adoção de medidas duríssimas contra os sindicatos de trabalhadores, por parte dos governos e dos patrões. O próprio FHC inaugurou a moda, ao despachar tanques do Exército para as refinarias, já no primeiro ano de seu mandato inicial, em 1995.

  • Um livro na campanha pela anistia

    A reivindicação da anistia no Brasil após o golpe de 1964 teve um momento importante em 1975, quando D. Paulo Evaristo Arns encaminhou, na Quinta-Feira Santa daquele ano, “um pedido de ampla e generosa anistia para os presos políticos às autoridades brasileiras”. E foi nesse ano que a campanha pela anistia começou efetivamente de modo mais organizado.

  • Cuidado com os agrotóxicos nos alimentos

    O Brasil bateu recorde na utilização de agrotóxicos no ano passado. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

  • Humor, cegueira e preconceito

    Na última semana, alguns artistas conhecidos do público brasileiro resolveram deitar falação contra a candidata Dilma Roussef. O fato não deixa de ser curioso, pois uma parte dos artistas brasileiros, minoritária – reconheça-se – acostumou-se a olhar para o próprio umbigo e pouco sabe da realidade à sua volta.

  • Bonner, o machão da Maitê

    “Nem bem a tinta do jornal havia secado, onde, entre outras sensaborias se podia ler a entrevista da atriz (sic) Maitê Proença, já o “Jornal Nacional” na sua edição do dia 09 de agosto escancarava aos seus espectadores a “estratégia” de Dona Beija. Fiquei pensando, enquanto acompanhava a entrevista, o porquê de tal destempero. De repente, acendeu a luzinha: Bonner, aceitando o desafio da atriz, incorpora de imediato o papel de machista selvagem.”

  • Eleições, nossa América e a comunicação

    Novo texto de nosso colunista Marcelo Salles: “Não há dúvidas de que o fato político mais importante na América Latina neste segundo semestre são as eleições gerais de outubro no Brasil. Ali será decidida a nova composição do Poderes Legislativo e Executivo em âmbito federal, além dos chefes dos governos estaduais e dos parlamentares para as assembléias legislativas.”

  • Afinal, a irresponsabilidade não tem limites

    O jornalista, dramaturgo e escritor Izaías Almada passa a integrar o time de colunistas do Escrevinhador. “As ‘críticas’ e as questões levantadas pelo candidato José Serra, além de boa parte delas não incidir sobre problemas concretos da realidade brasileira atual, resvalam por caminhos surrealistas.” Leia o artigo na nova coluna “Reflexões”.

  • Os Pretos Novos

    “Em 1996, Merced recebeu um telefonema em seu trabalho. Os pedreiros que trabalhavam em uma obra em sua casa tinham, ao cavar um buraco, encontrado um punhado de ossos. Era o início de uma descoberta arqueológica dessas passíveis de acontecer em uma cidade histórica como o Rio.” Leia o novo artigo na coluna de Rogério Pacheco Jordão.

  • Um livreiro que não sabia que era responsável pela segurança nacional

    O espanhol Raul Mateos Castell é livreiro e editor, e foi o criador, nos anos 1970, da Livraria e Editora Ciências Humanas. A livraria, na rua 7 de Abril, foi uma das principais de São Paulo na época, no que diz respeito a livros políticos e acadêmicos de ciências humanas.

  • Carta Aberta à companheira Dilma

    Aproximam-se as eleições de outubro. Passada a overdose do futebol, o Brasil mergulha nas águas turbulentas de uma campanha eleitoral com características como há algum tempo não se viam na nossa história, trazendo lembranças – para os que viveram como eu, ainda adolescentes – as disputadíssimas eleições de 1955 e 1960, onde o viés ideológico permeava os votos daqueles que iriam escolher entre o progresso do país ou a estagnação e o atraso.

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