Colunas


  • Hugo Rafael Chávez Frias

    Daqui do espaço deste blog, envio – na contramão da má fé e da desinformação da imprensa nacional e internacional, para dizer o mínimo – a minha solidariedade e o meu desejo sincero de restabelecimento ao presidente Hugo Chávez da Venezuela, batalhador incansável pela dignidade de seu povo e dos povos latino-americanos. Faço-o, transcrevendo o capítulo de um livro meu sobre a Venezuela, escrito em 2007, sob o título Venezuela Povo e Forças Armadas.

  • Poeminha pós moderno

    Por Izaías Almada Vou-me embora pra Miami Lá sou amigo da grei Lá tenho as dicas que eu quero Dos golpes que aplicarei Vou-me embora pra Miami Aqui não sou nada feliz Lá é que é tudo loucura Tem gente de tudo que é lado De Caracas são muitos esquálidos De Cuba vão muitos gusanos. [...]

  • Sobre o centenário Nelson Cavaquinho

    O ensaio “Rugas: sobre Nelson Cavaquinho”, de Nuno Ramos, talvez seja a melhor análise já escrita sobre a obra do sambista, que faria 100 anos em 2011 se não tivesse morrido de enfisema pulmonar em 1986. Trata-se, em linhas gerais, de uma tentativa de decompor a originalidade de sua estética musical e poética e, ao mesmo tempo, de localizá-la no tempo da história da música popular brasileira atribuindo-lhe valor e sentido.

  • Liberdade para mentir

    Naquilo que foi considerada a primeira crise política do governo Dilma Roussef, com o defenestramento de um ministro, muito se discutiu sobre moral e ética. Opiniões, as mais diversas e desencontradas, pipocaram por quase três semanas em jornais, revistas, televisões e boa parte da blogosfera. Para uma sociedade que, pelo menos na aparência, se mostra paradoxalmente mais preocupada com a corrupção e ao mesmo tempo mais corrupta a cada dia que passa, ativa ou passivamente, não importa, a proporção do debate quase atingiu as raias do paroxismo.

  • A novela da novela: amor e o que mesmo?

    por Izaías Almada: “Prometi a mim mesmo que não voltaria ao assunto, mas não consegui resistir à tentação. Acabo de ler que a repercussão interna dentro do próprio SBT sobre a novela “Amor e Revolução” é o pior possível e que o chamado índice de audiência não consegue superar a faixa dos 4%, um fiasco em matéria de novelas no Brasil. Confesso que a notícia não me surpreende em absolutamente nada.”

  • Terras estão mais concentradas e improdutivas

    Dados do cadastro de imóveis do Incra, levantados a partir da auto-declaração dos proprietários de terras, apontam que aumentou a concentração da terra e a improdutividade entre 2003 e 2010. No período, mais de 100 milhões de hectares passaram para o controle de latifundiários, que controlam em média mais de 2.400 hectares. Os dados demonstram também que o registro de áreas improdutivas cresceu mais do que das áreas produtivas, o que aponta para a ampliação das áreas que descumprem a função social.

  • Erradicar o trabalho infantil no Brasil

    No dia 12 de junho comemorou-se o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão das Nações Unidas, pediu aos países membros que sejam tomadas medidas urgentes para erradicar o trabalho infantil perigoso que, neste momento, afeta cerca de 115 milhões de crianças em todo o mundo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) detectou a existência de mais de 4 milhões de brasileiros com idades entre 5 e 17 anos que trabalham, dos quais 30% têm uma jornada semanal superior a 40 horas.

  • E a novela continua…

    Acredite quem quiser, mas a novela “Amor e Revolução” continua o seu calvário no SBT. A última pesquisa do Ibope (06/06/11) apresentava um índice de audiência de 3%, o mais baixo entre as novelas que estão sendo apresentadas no momento. Segundo o Instituto de pesquisa, para cada 100 televisores ligados no horário, apenas 06 (seis) estavam sintonizados na novela. E isso é mau, segundo os especialistas no assunto.

  • A necessária união em torno de Dilma Roussef

    Preservar a presidenta Dilma Roussef é confiar na sua capacidade política de reverter situações que, porventura, escapem ao seu controle imediato ou a uma eventual assessoria equivocada. Ou, o que é pior, mas não menos verdadeiro, de não se perceber numa ou noutra questão os inúmeros interesses que circulam pelas salas do poder e que nem sempre são os interesses da maioria da população brasileira.

  • Repressão e violência da PM contra jornalistas

    “A Polícia Militar é um resquício da Ditadura”. A frase é de Fábio Pagotto, jornalista que foi agredido repetidas vezes por policiais militares enquanto cobria a Marcha pela Liberdade de Expressão. A PM espancou manifestantes, efetuou detenções arbitrárias, atirou bombas de gás lacrimogêneo em transeuntes e agrediu diversos jornalistas com socos, cassetetes, spray de pimenta, disparos de balas de borracha

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