Colunas
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Liberdade para mentir
Naquilo que foi considerada a primeira crise política do governo Dilma Roussef, com o defenestramento de um ministro, muito se discutiu sobre moral e ética. Opiniões, as mais diversas e desencontradas, pipocaram por quase três semanas em jornais, revistas, televisões e boa parte da blogosfera. Para uma sociedade que, pelo menos na aparência, se mostra paradoxalmente mais preocupada com a corrupção e ao mesmo tempo mais corrupta a cada dia que passa, ativa ou passivamente, não importa, a proporção do debate quase atingiu as raias do paroxismo.
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A novela da novela: amor e o que mesmo?
por Izaías Almada: “Prometi a mim mesmo que não voltaria ao assunto, mas não consegui resistir à tentação. Acabo de ler que a repercussão interna dentro do próprio SBT sobre a novela “Amor e Revolução” é o pior possível e que o chamado índice de audiência não consegue superar a faixa dos 4%, um fiasco em matéria de novelas no Brasil. Confesso que a notícia não me surpreende em absolutamente nada.”
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Terras estão mais concentradas e improdutivas
Dados do cadastro de imóveis do Incra, levantados a partir da auto-declaração dos proprietários de terras, apontam que aumentou a concentração da terra e a improdutividade entre 2003 e 2010. No período, mais de 100 milhões de hectares passaram para o controle de latifundiários, que controlam em média mais de 2.400 hectares. Os dados demonstram também que o registro de áreas improdutivas cresceu mais do que das áreas produtivas, o que aponta para a ampliação das áreas que descumprem a função social.
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Erradicar o trabalho infantil no Brasil
No dia 12 de junho comemorou-se o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. A Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão das Nações Unidas, pediu aos países membros que sejam tomadas medidas urgentes para erradicar o trabalho infantil perigoso que, neste momento, afeta cerca de 115 milhões de crianças em todo o mundo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) detectou a existência de mais de 4 milhões de brasileiros com idades entre 5 e 17 anos que trabalham, dos quais 30% têm uma jornada semanal superior a 40 horas.
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E a novela continua…
Acredite quem quiser, mas a novela “Amor e Revolução” continua o seu calvário no SBT. A última pesquisa do Ibope (06/06/11) apresentava um índice de audiência de 3%, o mais baixo entre as novelas que estão sendo apresentadas no momento. Segundo o Instituto de pesquisa, para cada 100 televisores ligados no horário, apenas 06 (seis) estavam sintonizados na novela. E isso é mau, segundo os especialistas no assunto.
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A necessária união em torno de Dilma Roussef
Preservar a presidenta Dilma Roussef é confiar na sua capacidade política de reverter situações que, porventura, escapem ao seu controle imediato ou a uma eventual assessoria equivocada. Ou, o que é pior, mas não menos verdadeiro, de não se perceber numa ou noutra questão os inúmeros interesses que circulam pelas salas do poder e que nem sempre são os interesses da maioria da população brasileira.
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Repressão e violência da PM contra jornalistas
“A Polícia Militar é um resquício da Ditadura”. A frase é de Fábio Pagotto, jornalista que foi agredido repetidas vezes por policiais militares enquanto cobria a Marcha pela Liberdade de Expressão. A PM espancou manifestantes, efetuou detenções arbitrárias, atirou bombas de gás lacrimogêneo em transeuntes e agrediu diversos jornalistas com socos, cassetetes, spray de pimenta, disparos de balas de borracha
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Eleições no Peru e a saída para o Pacífico
por Marcelo Salles: “Devemos acompanhar com atenção a definição das eleições no Peru, que no próximo dia 5 de junho escolherá seu novo presidente entre Ollanta Humala e Keiko Fujimori – as últimas pesquisas apontam empate técnico. O Peru merece nossa atenção por qualquer ângulo que se olhe. Seja pelos investimentos que nossas empresas mantêm no país andino, seja pela importância de seu desenvolvimento para toda a região.”
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Genocidas: EUA falam de democracia mas realidade é outra
A insensibilidade, a arrogância, a prepotência, a mentira, a desinformação proposital, o deboche, a vilania, o cinismo, a intolerância, o preconceito – e eu poderia acrescentar inúmeros outros substantivos – são hoje os valores que a democracia norte-americana tem a oferecer ao mundo.
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Por qué no te callas, Mr. Barack Obama?
Devidamente enquadrado pela direita do seu país e saudado pelo que há de mais conservador e reacionário pelo mundo, o presidente Obama deixou o falso recato com que procurou durante algum tempo emoldurar a sua figura junto a países emergentes e mergulhou de cabeça – ao lado de tantos outros democratas de fachada – no perigoso terreno da galhofa.






Obrigada Rodrigo por traduzir em palavras o sentimento de muitos brasileiros. Um forte e agradecido abraço!
6 horas atrás