Reflexões
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Haddad, Pochmann e o programa luz para todos
E o fato é que a nova, imperfeita e titubeante democracia brasileira acaba de fazer os seus primeiros e velhos presos políticos. Paradoxo? Ironia? Ou alguém em sã consciência ainda considera que José Dirceu, José Genoíno e o PT estão sendo julgados por corrupção?
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Uma semana para mudar São Paulo
A cidade mais conservadora e reacionária do país parece estar acordando para uma realidade que lhe enfiaram goela abaixo, a de que sua classe média acadêmica, neoliberal, consumista e aculturada, era a mais competente para governar a cidade, o Estado e o país.
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Caríssima Regina Duarte
por Izaías Almada – Eu também estou com medo. Com medo não, com um medão danado… E sabe por qual razão, dona Regina Duarte? Eu sou amigo do José Dirceu e do José Genoíno… Sou amigo dos chefes de quadrilha… E aí, como é que fica?
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O que aconteceu com a presunção de inocência?
O Brasil acabar de regredir na aplicação de uma justiça imparcial. O julgamento da AP 470 acusou e condenou politicamente, criminalizando um partido e com nítidas intenções de criminalizar um governo e um projeto de nação independente e soberana.
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Eu também sou marginal, ministro
Um dos ministros do STF, ao tecer sua catilinária, afirmou que os réus da AP 470, “são marginais do poder”. Sei que o uso da palavra substantivada foi proposital ao invés do adjetivo, que significa estar à margem, mas sem conotação pejorativa. Porque o novo STF não julga, acusa, de preferência sem a possibilidade de defesa, uma vez emitido o parecer nesta fase do julgamento.
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O STF e a democracia fatiada
Tudo indica, e a semana promete, que a mais alta instância judiciária do país, o Superior Tribunal Federal, quer mesmo reescrever a história do Brasil a partir daquele que é considerado o “maior escândalo” em matéria de corrupção entre nós.
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Quem tem medo do Zé Dirceu (II); oito anos depois
Por Izaías Almada: A internet é uma ferramenta maravilhosa. Consegui recuperar um artigo que julgava perdido e quero reproduzi-lo aqui nesses dias preocupantes da política institucional brasileira. Reproduzo-o integralmente, apenas sublinhando no final, para os mais jovens uma opinião dada há oito anos.
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Lembrar é resistir; o AI-5 de ontem e de hoje
Por vezes a diferença entre um Tribunal da Ditadura e um Tribunal em tempos de Democracia, pode ser de simples retórica. As novas jurisprudências se criam precisamente consoante o interesse político, econômico ou social. Sejam elas por necessidades, desejos ou mesmo precauções.
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Sobre répteis e Guevaras
Por Izaías Almada Esta é uma fábula contemporânea, escrita em tempos que alguns animais aprenderam, de fato, a falar. Na natureza, a diferença que separa ou distingue os répteis de um ser humano, como Ernesto “Che” Guevara, por exemplo, é preenchida pela existência de vários outros seres, alguns deles até próximos a seres humanos como [...]
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Fernando Haddad é o cara
Há um Brasil ainda rançoso, rancoroso, culturalmente submisso, que procura ignorar e com isso resistir às mudanças dos últimos dez anos… Há um estado da federação no qual essa resistência é maior e que concentra milhares e milhares de eleitores ainda acostumados às mordomias da Casa Grande & Senzala…






É bom relembrarmos que é o "canalha": http://youtu.be/RcbqyI7Bu-k
1 dia atrás