Reflexões


  • O fascismo sai do armário

    O atual momento político brasileiro, todo ele empolgado pela campanha eleitoral, tem sido emblemático e esclarecedor em algumas questões sobre o exercício da democracia no Brasil.

  • Quebrando preconceitos: a opinião pública versus formadores de opinião

    O pensamento e a realidade se interrelacionam de maneira viva, dinâmica. O debate e o confronto de idéias não devem em princípio ignorar a realidade em que estão inseridos. Quando isso acontece, corremos o risco de nos colocarmos diante do inevitável diálogo de surdos, o diálogo que termina por se transformar num monólogo que leva a atitudes preconceituosas, ironias inconseqüentes, opiniões baseadas no “achismo”, acusações e suspeitas infundadas, misturando-se no mesmo saco alhos e bugalhos.

  • A campanha do 171

    Haja paciência e estômago para acompanhar a campanha oposicionista do candidato José Serra à presidência da República. Ultrapassando os limites da ética e da própria disputa eleitoral mais acirrada, onde os confrontos programáticos e/ou de ideias poderiam até resvalar para uma retórica mais dura (compreensível até certo ponto), o que se viu nos últimos dez dias foi o destempero.

  • Querem melar o jogo

    O entusiasmo que toma conta de mais da metade do eleitorado brasileiro, quando estamos a um mês do primeiro turno das eleições, por poder retomar as praças e as ruas do Brasil com grandes comícios e festas, não deve jogar areia nos olhos daqueles que querem fazer do Brasil um país menos injusto socialmente e mais forte e soberano economicamente.

  • Os EUA querem salvar o mundo do terrosrismo e quem salvará o mundo dos EUA?

    A arrogância e a prepotência com que o governo dos EUA se comporta no mundo contemporâneo, além de cansativas, estão se tornando um perigo para a sobrevivência da humanidade. Que eu saiba, à exceção dos poucos países cujos governos mantêm uma postura totalmente submissa aos interesses norte americanos (cito de cabeça a Colômbia, a Costa Rica, a Arábia Saudita e a Coréia do Sul como exemplos mais significativos), nenhum de nós, mortais, deu procuração a Washington para pensarem e agirem em nosso nome.

  • E agora, Zé?

    por Izaías Almada   Existe alguma coisa mais falsa do que nota de 3 reais? Existe. O programa de José Serra na estreia da campanha pela TV. Chega a ser grotesco. Se comparado, então, ao programa da candidata Dilma Roussef, é covardia…   Nada mais tosco e antigo do que o programa inaugural de Serra: [...]

  • Humor, cegueira e preconceito

    Na última semana, alguns artistas conhecidos do público brasileiro resolveram deitar falação contra a candidata Dilma Roussef. O fato não deixa de ser curioso, pois uma parte dos artistas brasileiros, minoritária – reconheça-se – acostumou-se a olhar para o próprio umbigo e pouco sabe da realidade à sua volta.

  • Bonner, o machão da Maitê

    “Nem bem a tinta do jornal havia secado, onde, entre outras sensaborias se podia ler a entrevista da atriz (sic) Maitê Proença, já o “Jornal Nacional” na sua edição do dia 09 de agosto escancarava aos seus espectadores a “estratégia” de Dona Beija. Fiquei pensando, enquanto acompanhava a entrevista, o porquê de tal destempero. De repente, acendeu a luzinha: Bonner, aceitando o desafio da atriz, incorpora de imediato o papel de machista selvagem.”

  • Afinal, a irresponsabilidade não tem limites

    O jornalista, dramaturgo e escritor Izaías Almada passa a integrar o time de colunistas do Escrevinhador. “As ‘críticas’ e as questões levantadas pelo candidato José Serra, além de boa parte delas não incidir sobre problemas concretos da realidade brasileira atual, resvalam por caminhos surrealistas.” Leia o artigo na nova coluna “Reflexões”.

  • Carta Aberta à companheira Dilma

    Aproximam-se as eleições de outubro. Passada a overdose do futebol, o Brasil mergulha nas águas turbulentas de uma campanha eleitoral com características como há algum tempo não se viam na nossa história, trazendo lembranças – para os que viveram como eu, ainda adolescentes – as disputadíssimas eleições de 1955 e 1960, onde o viés ideológico permeava os votos daqueles que iriam escolher entre o progresso do país ou a estagnação e o atraso.

Página 7 de 7« Primeira...34567