Emir Sader: civilização ou barbárie
publicada segunda-feira, 08/11/2010 às 10:03 e atualizada segunda-feira, 08/11/2010 às 10:03
Civilização ou barbárie
por Emir Sader, na Carta Maior
Esse é o lema predominante no capitalismo contemporâneo. Universalizado a partir da Europa ocidental, o capitalismo desqualificou a todas outras civilizações como ‘bárbaras”. A ponto que, como denuncia em um livro fundamental, Orientalismo, Edward Said, o Ocidente forjou uma noção de Oriente, que amalgama tudo o que não é Ocidente: mundo árabe, japonês, chinês, indiano, africano, etc. etc. Fizeram Ocidente sinônimo de civilização e Oriente, o resto, idêntico a barbárie.
No cinema, na literatura, nos discursos, civilização é identificada com a civilização da Europa ocidental – a que se acrescentou a dos EUA posteriormente. Brancos, cristãos, anglo-saxões, protestantes – sinônimo de civilizados. Foram o eixo da colonização da periferia, a quem queriam trazer sua “civilização”. Foram colonizadores e imperialistas.
Os EUA se encarregaram de globalizar a visão racista do mundo, através de Hollywood. Os filmes de far west contavam como gesto de civilização as campanhas de extermínio das populações nativas nos EUA, em que o cow boy era chamado de “mocinho” e, automaticamente, os indígenas eram “bandidos, gestos que tiveram em John Wayne o “americano indômito”, na realidade a expressão do massacre das populações originárias.
Os filmes de guerra foram sempre contra outras etnias: asiáticos, árabes, negros, latinos. O país que protagonizou o mais massacre do século passado – a Alemanha nazista -, com o holocausto de judeus, comunistas, ciganos, foi sempre poupada pelos nortemamericanos, porque são iguais a eles – brancos, anglo-saxões, capitalistas, protestantes. O único grande filme sobre o nazismo foi feito pelo britânico Charles Chaplin – O grande ditador -, que teve que sair dos EUA antes mesmo do filme estrear, pelo clima insuportável que criaram contra ele.
Os países que supostamente encarnavam a “civilização” se engalfinharam nas duas guerras mundiais do século XX, pela repartição das colônias – do mundo bárbaro – entre si, em selvagens guerras interimperialistas.
Essa ideologia foi importada pela direita paulista, aquela que se expressou no “A questão social é questão de polícia”, do Washington Luis – como o FHC, carioca importado pela elite paulista -, derrubada pelo Getúlio e que passou a representar o anti-getulismo na politica brasileira. Tentaram retomar o poder em 1932 – como bem caracterizou o Lula, nada de revolução, um golpe, uma tentativa de contrarrevolução -, perderam e foram sucessivamente derrotados nas eleições de 1945, 1950, 1955. Quando ganharam, foi apelando para uma figura caricata de moralista, Jânio, que não durou meses na presidência.
Aí apelaram aos militares, para implantar sua civilização ao resto do país, a ferro e fogo. Foi o governo por excelência dessa elite. Paz sem povo – como o Serra prometia no campo: paz sem o MST.
Veio a redemocratização e essa direita se travestiu de neoliberal, de apologista da civilização do mercado, aquela em que, quem tem dinheiro tem acesso a bens, quem não tem, fica excluído. O reino do direito contra os direitos para todos.
Essa elite paulista nunca digeriu Getúlio, os direitos dos trabalhadores e seus sindicatos, se considerava a locomotiva do país, que arrastava vagões preguiçosos – como era a ideologia de 1932. Os trabalhadores nordestinos, expulsados dos seus estados pelo domínio dos latifundiários e dos coronéis, foi para construir a riqueza de São Paulo. Humilhados e ofendidos, aqueles “cabeças chatas” foram os heróis do progresso da industrialização paulista. Mas foram sempre discriminados, ridicularizados, excluídos, marginalizados.
Essa “raça” inferior a que aludiu Jorge Bornhausen, são os pobres, os negros, os nordestinos, os indígenas, como na Europa “civilizada” são os trabalhadores imigrantes. Massa que quando fica subordinada a eles, é explorada brutalmente, tornava invisível socialmente.
Mas quando se revela, elege e reelege seus lideres, se liberta dos coronéis, conquista direitos, com o avança da democratização – ai são diabolizadas, espezinhadas, tornadas culpadas pela derrota das elites brancas. Como agora, quando a candidatura da elite supostamente civilizada apelou para as explorações mais obscurantistas, para tentar recuperar o governo, que o povo tomou das suas mãos e entregou para lideres populares.
É que eles são a barbárie. São os que chegaram a estas terras jorrando sangue mediante a exploração das nossas riquezas, a escravidão e o extermínio das populações indígenas. Civilizados são os que governam para todos, que buscam convencer as pessoas com argumentos e propostas, que garantem os direitos de todos, que praticam a democracia. São os que estão construindo uma democracia com alma social – que o Brasil nunca tinha tido nas mãos desses supostos defensores da civilização.
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21 Comentários







Quero apenas comentar a entrevista do Zé Dirceu na TV Cultura. O PSDB falam em loteamento de cargo, mas eles lotearam a TV Cultura. Eu gosto do Zé Dirceu, mas nao assiti a entrevista por completo porque esses “jornalistas” do PIG, nao sabem o que é jornalismo.
Eu nao entendo como ainda tem audiencia os jornais do PIG. Esse pessoal tem em suas mentes o estilo da submissao aos estados unidos.
Pois é. Grandes temas nacionais, internacionais, etc e tal. Passamos pela eleição, conseguimos evitar o retrocesso, mas o meu pobrema segue o mesmo: como um sujeito de 50 anos arranja um emprego ou algum serviço?
Em toda eleição a gente é bombardeado com todo tipo de programas para colocar o jovem em seu primeiro emprego. Cacilda, porque eu não vejo um destaque para um projeto para recolocar o povo de meia-idade em outro emprego, outra profissão que não seja de operário? Nada contra, tudo a favor dos operários, mas nem porte físico para isso eu tenho, muito menos coordenação suficiente para alinhar dois tijolos no prumo. Não vou pintar o cabelo para disfarçar a meia idade, cabelo branco é bonito; também não vou me vestir feito adolescente e fazer papel que fazem certos pop-stars que precisam do mercado consumidor da molecada. Chega uma hora em que o prazo de validade da gente em uma determinada profissão parece que acaba.
Eu me lembro que a Martha fez um negócio mais ou menos assim quando foi prefeita para ajudar a recomeçar, outro dia liguei na prefeitura perguntando se não tinha algum serviço parecido, daí me mandaram ligar na subprefeitura, não deu nada. Fui a um serviço de recolocação profissional atrás de algum curso, mas só tinha cursos para gente de 16 até 21 anos…
O que uma pessoa de mais ou menos 50 anos pode fazer para conseguir um empreguinho estúpido neste mundo com mania de adolescência? Será que eu vou ter que arranjar uma carcaça de geladeira, colocar duas rodas de lambreta e sair empurrando por aí perguntando de casa em casa se não tem garrafa pet, vidro ou papelão para dar? A internet, nos classificados está cheio daqueles truqueznhos “trabalhe em casa envelopando correspondência e ganhe X reais por mês trabalhando 4 horas por dia”.
Grandes temas, livramos o Brasil do retrocesso, e eu acompanhei com todo interesse e torcida porque ao contrário do que dizia o Tirica, “pior do que tá, pode ficá!”, mas eu agora preciso salvar minha pele. Que tal se na próxima campanha para prefeitura alguém lançasse o projeto “Tábua de Salvação” destinado a ajudar pessoas de meia idade e com prazos de validade vencidos em suas profissões a arranjar uma nova?
Eu gostaria também que algum dos candidatos se propusesse a dar um basta neste bando de sanguessugas que são as empresas de recolocação profissional. Pegam um sujeito desempregado, oferecem-lhe o serviço de recolocação, cobram por isso, mas não dão aquela famosa garantia “satifação garantida ou seu dinheiro de volta”.
Enfim, é um verdadeiro pé no saco chegar à meia idade, precisar de emprego, mas ter que sair praticamente do zero de novo. Praticamente do zero porque a experiência de vida deve contar alguma coisa. Tem o sujeito vai vender cachorro-quente, tem o que vai tentar virar camelô (dá até medo depois das reportagens que eu andei vendo), sacoleiras, corretores de imóveis, vendedor de bilhete de loteria, homem-placa… Volta e meia eu passo por algumas pessoas de meia idade que estão juntando latinhas para levar na reciclagem.
Encheu. A expectativa média de vida de um brasileiro é de quase 73 anos. O cara que chegou nos 50 já viveu mais de 2/3 da sua tem que ficar penando para tentar empurrar com a barriga os 23 anos que lhe faltam, isso se não forem mais. E da-lhe filas kilométricas nas portas de lotéricas!
Agências de emprego são outra encheção porque tudo parece cardápio de fast-food, não tem um cristão ou ateu para perguntar o que você sabe fazer para ver no que vai servir e encaminhar para alguma coisa.
Conseguimos impedir o retrocesso e até coisa pior pelo que temos visto na atual onda xenofóbica que explodiu, coincidentemente, logo após a derrota do candidato da direitona, mas tem hora que parece melhor negócio ser atropelado por um avião desgovernado: o cara não teria mais que procurar emprego e a família ainda poderia pleitear uma indenização da companhia aérea, por mais que demorasse para conseguir.
Sei lá, acho que vou disparar umas bolinhas de papel pra descarregar o stress.
Os europeus, quando chegaram na América, mataram cerca de 50 milhões de indios.
Isto sim é que é holocausto !!
Veja no blog do Nassif a entrevista do Julian Assange (fundador da Wikileaks),em que ele fala que tem posse de documentos que teriam abalado as eleções no Brasil,e que não divulgou antes por falta de tempo.Mas isso quer dizer ao que paraece que ele irá divulgalos,o que quer dizer que vem mais chumbo grosso para a oposição e principalmente alguns caciques.
“Os filmes de guerra foram sempre contra outras etnias: asiáticos, árabes, negros, latinos. O país que protagonizou o mais massacre do século passado – a Alemanha nazista -, com o holocausto de judeus, comunistas, ciganos, foi sempre poupada pelos nortemamericanos, porque são iguais a eles – brancos, anglo-saxões, capitalistas, protestantes. O único grande filme sobre o nazismo foi feito pelo britânico Charles Chaplin – O grande ditador -, que teve que sair dos EUA antes mesmo do filme estrear, pelo clima insuportável que criaram contra ele.”
Isso não é verdade. Pode-se dizer tudo do cinema norte- americano, menos que poupou alguem e/ou foi omisso nas grandes questões que envolvem as guerras daquele país.
O que estava em estado latente, saindo esporádicamente para “dar umas voltinhas”, agora explodiu e se apresenta com todas as suas garras. É o preconceito instalado em parte da população brasileira. De São Paulo pra baixo, ela se faz mais atuante. Temos que combatê-la. Não podemos apenas assistir e deixar esta doença se expandir. Assim como incêndio ou como o cãncer, ou se extirpa no nascedouro ou os prejuízos serão irremediáveis.
http://easonfn.wordpress.com
Rodrigo, a violência não para por aí.
Como é do conhecimento de todos, os EUA estão atualmente imprimindo US$ 600 bilhões para recomprar os títulos do tesouro americano. Veja bem, isso é o valor que eles afirmam que estão imprimindo, mas o mundo inteiro desconfia que a maquina de fabricar Dólares não para, nem de dia, nem de noite. Rodrigo, esses Dólares irão inundar o mundo e causar o maior estrago.
Aqui no Brasil, nós estamos sentindo na pele o efeito dessa avalanche de Dólares. Tenho uma micro-empresa de exportação de frutas para o Japão; se o Dólar chegar a valer R$ 1,50, eu já começo a trabalhar no vermelho, e na mesma situação minha, estarão centenas de outras micro-empresas.
Eu, meu marido e minha filha somos paulistanos e atualmente moramos numa cidade de grande porte do interior de SP claramente PSDebista. Votamos na Dilma porque queremos um Brasil mais justo para todos. Minha colega de trabalho é cearense e o marido dela é mineiro. Eles tem um ótimo padrão de vida e moram num Condomínio fechado de alto padrão na mesma cidade em que eu moro, e votaram no Serra. Minha chefe é carioca, também tem um ótimo padrão de vida e também votou no Serra. Quem são esses paulistas da elite que não gostam do Brasil?
Não concordo, desde minha adolecência, nos anos 80, sempre assisti filmes sobre a 2ª guerra em que os alemães protagonizavam terriveis barbáries. Depois compreendi que os norte americanos são Judeus, e portanto odeiam os almães. Eu, descendente de alemães sofri na pele ser chamado de nazista, hitler e outras coisas mais, devido ao preconceito geral atribuído, pelos Judeus nos filmes.
No site do Babaca do Milton Neves esse texto polêmico mais interessante:http://terceirotempo.ig.com.br/coluna_materia.php?id=734
O que está na cabeça da galera do “São Paulo para os paulistas”
Em furo de reportagem, a equipe de redação do Festival de Besteiras na Imprensa descobriu o que preenche o cérebro da galera do manifesto “São Paulo para os paulistas”.
Ontem, um militante da causa teve traumatismo craniano e foram retirados 500 g do material existente naquela cabeça.
Veja, na imagem abaixo, o resultado da colostomia cerebral realizada:
http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.com/2010/11/08/o-que-esta-na-cabeca-da-galera-do-sao-paulo-para-os-paulistas/
***
Fala querido… excelente texto de Emir Sader.
Tive a liberdade de replicar em meu blog.
http://granolaidearia.blogspot.com/2010/11/civilizacao-ou-barbarie.html
Grato pela autorização que me deu. Adoro seu trabalho!!!
Mais uma batalha do PIG “perdida”…
http://palavras-diversas.blogspot.com/2010/11/os-maus-resultados-dos-formadores-de.html
O que será desses “formadores de opinião” após novo fracasso? Haverá renovação? Custam caro e seus resultados são sempre abaixo do esperado…
Emir Sader explana o que estamos ouvindo de muitos: desde 2003 o Brasil estah em maos boas, ou pelo menos em maos bem melhores! e agora com Dilma, mais 4 anos. E tomara que Dilma incorpore 100% como Presidente e nao caia em conversas paralelas como as relacionadas a tudo o que lhe aconteceu na repressao, coisa que deve ser tratada por outros (so o fato da Dilma ter vencido as eleiçoes jah foi uma grande paulada que ela deu nesse povo). E que situacionistas nao deixem de dar combate aos setores oposicionistas como cnbb, malafaias, papa, tfp, opus dei, setores da elite, vivo, claro, oi, grande imprensa…
Quando eu era guri, fui com minha mãe pela primeira vez ao cinema, assistir um filme de far west. Os índios me pareceram heróicos com suas penas coloridas, montando cavalos baios, sem sela, brandindo as armas tomadas dos seus adversários mal vestidos, assustados com seus gritos. Os soldadinhos vestiam fardas empoeiradas e gavalgavam pangarés. No final, massacraram os índios. Senti pena. Mas entendi que na vida essas coisas acontecem. No segundo filme, a história se repetiu. Achei estranho. E questionei meu pai. Foi o “velho” que me colocou dentro da dura realidade: aqueles cavaleiros de triste figura eram os “mocinhos”, pelo menos no filme. Enfim, já adulto, aos 20 e tantos anos, pude assistir Soldier Blue, de Ralph Nelson, com Candice Bergen, Peter Strauss e Donald Pleasence – história real de um massacre real. Mas nesse então eu tinha já a minha cabeça feita. Apesar do cinema. De que gosto muito.
É isso mesmo. Conheço gente da Folha que me disse que as relações do setor que publica essas matérias com as universidades privadas são mais que íntimas. Além disso, segundo essa fonte, diz que os chefes da redação ficavam furiosos por ter de publicar notícias sobre o governo federal por causa do ENEM. Eles querem, sim, derrubar o ENEM e o Haddad, candidato potencial à presidência, como sabemos.
Perdoem-me, mas não podia me omitir diante de tanta agressividade. Leiam o comentário: http://navblog.uol.com.br/comment.html?postFileName=2010_11-08_22_00_33-9961110-0&idBlog=1060670
Grata.
Rodrigo, há pouco tempo atrás nao se conseguia acessar seu site, dava uma mensagem dizendo Forbidden. Veja se nao está ocorrendo de novo o problema que já houve antes.
Abs
O comentário agressivo foi sobre a matéria do Uol: http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2010-11-07_2010-11-13.html#2010_11-08_22_00_33-9961110-0
Estou seriamente decepcionado com a esquerda brasileira, esperava que pelo menos pessoas que se dizem de esquerda tivessem menos parcialidade em suas análises. Talvez seja a hora de realmente pensarmos se vale a pena vivermos em um país onde se odeia o outro apenas por ter nascido em outro estado, onde em vez do cidadão se dizer brasileiro ele se diz paulista, carioca, mineiro e diz que os problemas do Brasil são por culpa dessa ou daquela classe de pessoas desse ou daquele estado. Agora por que o Emir Sader não fez pesquisa antes de equivocadamente dizer que o sul matogrossense de Campo Grande Jânio da Silva Quadros é paulista? A bem da verdade na época de seu nascimento ainda não existia Mato Grosso do Sul e era tudo Mato Grosso. Estadualizar tudo afirmando ser a elite paulista o problema é afirmar que não existe elite nos outros estados ou a elite dos outros estado pensa diferente da elite paulista, é um equívoco. Elite é igual aqui em São Paulo ou em qualquer outro estado do Oiapoque ao Chuí e não pode ser tratada de forma uniforme pois existem pessoas da elite que pensam de formas diversas na mesma elite. Outra questão é essa disposição de caça às bruxas que algumas pessoas tem demonstrado depois das eleições, algumas pessoas estão pensando que venceram a Revolução Bolchevique e que agora é hora de tomar as propriedades da elite e trancafiá-los em prisões de trabalhos forçados, não construiremos uma sociedade moderna e democrática se após as eleições começarmos uma guerra discriminatória contra os que discordam de nossas opiniões. Democracia exige que se respeite quem pensa diferente de ti, bom após esse texto do Emir Sader vou procurar saber o que a família Marinho que faz parte da elite paulista do Rio de Janeiro pensa de tudo isso, ou então os Sarney que da elite paulista do Maranhão, pensando melhor acho que vou procurar o Tasso Jereissati que faz parte da elite paulista do Ceará para ver o que ele pode dizer sobre isso. Mas o melhor de tudo é que depois do texto posso dizer agora que como o FHC que nasceu no Rio de Janeiro deve ser creditado na conta paulista o Lula que nasceu em Garanhuns também pode ser creditado como paulista e posso dizer que o meu estado gerou para o Brasil o melhor presidente da história do Brasil até o presente momento, não vou dizer de todos os tempos pois vai que a Dilma me faz queimar a língua e faz um governo melhor ainda. Espero que essas pessoas não consigam com todas essas intrigas entre os nossos conterrâneos provocar a separação dos estados brasileiros pois se isso acontecer teremos perdido a chance de sermos realmente uma potência mundial.
Isso mesmo. Eles são os bárbaros. O ocidente europeu que se apoderando do cristo judáico jogou seu mundo na idade das trevas e que se ocupou nos séculos seguintes ( e até atualmente) de tentar apagar qualquer vestígio de cultura civilizada que não fosse a sua. Essa elite que até então se encondia em nosso país usando diversos artifícios para se manter no poder e que agora ( aparentemente e grças a Deus) mostra suas garras e faz com que todos saibam contra quem é a nossa luta.