Outras Palavras
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Santayana: “os banqueiros não desistem”
Por Mauro Santayana: Para que se incluam na sociedade humana os marginalizados de hoje, é preciso dela excluir os verdadeiros marginais: os grandes banqueiros privados e seus poderosos clientes. Não é o que está acontecendo na Europa, onde os banqueiros estão assumindo o poder em lugar de líderes fracos e acovardados.
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A Chevron-Texaco é uma empresa sem rosto?
Por Brizola Neto: Passou-se uma semana do início do vazamento de petróleo no poço da Chevron-Texaco no Campo do Frade, ao largo da Bacia de Campos. A ANP estima que estejam vazando entre 200 e 330 barris por dia. Não é mais um pequeno vazamento: isto representa entre 32 mil e 52 mil litros diários.
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As cordas das marionetes
Do Direto da Redação: O cenário que assistimos agora é alarmante. O capital financeiro, causador da crise que atinge severamente a Europa, e também os Estados Unidos, consegue se dissociar dos males que causou e cobra por eles. As populações, perplexas, não conseguem reagir e consideram natural esta completa inversão de valores. velha cantilena da redução do Estado aparece com força total, com a banca ditando o que os países podem e devem fazer.
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Sem dinheiro, Unesco suspende programas
Do Operamundi: A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, anunciou nesta quinta-feira (11/11) que a entidade vai suspender a execução de todos os programas previstos até o fim de 2011 por falta de recursos, após os Estados Unidos terem suspendido o financiamento do órgão das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura. A decisão dos EUA foi uma retaliação à decisão da Unesco de admitir a entrada da Palestina como membro pleno da organização.
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Waack: de interlocutor a “informante”
Do Observatório da Imprensa: Fomos surpreendidas pela polêmica gerada por uma “notícia” publicada em um blog e reproduzida em grandes portais da internet de que o jornalista William Waack, da TV Globo, seria “informante” da embaixada americana – revelação que estaria dentre os documentos diplomáticos obtidos no ano passado pelo WikiLeaks. A notícia se espalhou pela internet, com grande repercussão nas redes sociais e no twitter.
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Ataque ao Irã: Netanyahu, o irracional
Da CartaCapital: O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se revela um péssimo estrategista ao ameaçar um ataque contra o Irã. A intimidação, por conta do desenvolvimento de armas atômicas naquele país, também demonstra o elevado grau de irracionalidade do premier. Isso porque a ameaça é, na verdade, um blefe bastante arriscado – e com consequências catastróficas para o mundo, e não somente para Israel.
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Desocupação na USP: desabafo de quem tava lá
Por Shayene Metri: Cheguei na USP às 3h da manhã, com um amigo da sala. Eu achava que a PM ia aparecer e muito provavelmente isso que me fez ficar acordada lá. Não demorou muito e, pronto, muita coisa apareceu. Muitos PMs chegaram, saindo de carros, motos, ônibus, caminhões. Enquanto tudo isso acontecia, parte da PM impedia a imprensa de chegar perto da área, impedindo que os repórteres vissem tudo isso.
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Uma nação de Caco Antibes
Por Matheus Pichonelli: Antes das redes sociais, a sensação que havia era que a sala de jantar em família era o único palanque para aquele primo metido a besta que gostava de posar de Caco Antibes, o personagem de Miguel Falabella que cuspia impropérios públicos em ambiente privado no dominical “Sai de Baixo”. Agora o Facebook, o Orkut e o Twitter mostraram que estamos no meio de uma multidão, uma nação de Caco Antibes sem papas na língua.
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O poder permanente de derrubar governos
Por Maria Inês Nassif: As ondas de pânico criadas em torno de casos de corrupção, desde Collor, têm servido mais a desqualificar a política do que propriamente moralizar a nossa democracia. Apesar da imensa caça às bruxas movida pela mídia contra os governos, em nenhum momento essa sucessão de escândalos, reais ou não, incluíram seriamente a opinião pública num debate sobre a razão pela qual um sistema inteiro é apropriado pelo poder privado, e, principalmente, porque não se questiona essa apropriação.
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Ocupar é preciso: gente vale mais que barata
Por Leonardo Sakamoto: Mais de 3,5 mil pessoas ligadas a movimentos por moradia ocuparam, na madrugada de segunda, dez prédios abandonados na capital paulista. A ação foi coordenada por 14 movimentos por moradia, entre eles o Movimento dos Sem Teto do Centro (MSTC), a Unificação das Lutas dos Cortiços (ULC) e o Movimento de Moradia do Centro (MMC). Eles também denunciam acordos não cumpridos com o poder público.




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