Outras Palavras


  • O que MRV, Zara e Cosan têm em comum?

    Por Leonardo Sakamoto: Recentemente, todas sofreram com a reação do mercado por conta do envolvimento de seus nomes em casos de trabalho escravo contemporâneo. Porque o mercado é bom e quer proteger trabalhadores? Não, a questão não é moral, e sim de negócios. Percepção de risco ao investimento é a ideia.

  • Postura do governo pode radicalizar greve

    Da Carta Maior: Após o anúncio do corte de ponto dos servidores em greve e do Decreto n° 7.777, que autoriza a substituição dos funcionários públicos federais paralisados por funcionários estaduais ou municipais, o governo federal tomou mais uma medida que irritou o movimento grevista.

  • Constrangimentos no mensalão

    Por Paulo Moreira Leite: Sabemos que os esquemas financeiros da política brasileira são condenáveis por várias razões, a começar pela principal: permitem ao poder econômico alugar o poder político para que possa atender a seus interesses. Os empresários que contribuem com campanhas financeiras passam a ter deputados, senadores e até governos inteiros a seu serviço.

  • Quando os banqueiros são “banksters”

    Da Envolverde/IPS: Meios de comunicação, dirigentes políticos e cidadãos europeus se voltam contra os banqueiros, acusando-os, no melhor dos casos, de serem cúmplices de inumeráveis operações ilegais, e, no pior, de diretamente serem criminosos. O melhor exemplo desta onda de indignação é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster.

  • Análise: Mercosul entra na sua segunda geração

    Da Carta Maior: A entrada da Venezuela coloca o Mercosul em um novo estágio. O bloco fica ampliado nas dimensões econômicas, comerciais, culturais e demográficas. Consolida o domínio sobre as maiores reservas energéticas, minerais, naturais e de recursos hídricos do planeta. A partir de agora, o Mercosul passa a ser a região com a maior reserva mundial de petróleo.

  • Os falsos paladinos da liberdade de expressão

    Por Venício Lima: O comportamento antidemocrático de certos setores que se apresentam publicamente como defensores da democracia não constitui exatamente uma surpresa para quem acompanha a vida política do nosso país. Não surpreende, portanto, que a defesa da liberdade de expressão – indevidamente associada à liberdade da imprensa – se caracterize por ser marcadamente seletiva.

  • MP denuncia ‘mensalão’ de Furnas

    Por Amaury RIbeiro Jr.: A procuradora da República no Rio Andrea Bayão Ferreira denunciou o ex-diretor de Planejamento de Furnas, Dimas Toledo, e um grupo de empresários e políticos acusados de participarem da chamada Listas de Furnas – a caixinha de campanha clandestina que funcionou na empresa estatal durante o governo de FHC.

  • O perigoso decreto antigreve do governo Dilma

    Por Altamiro Borges: Diante da ampliação da greve dos servidores públicos federais, que já dura mais de um mês e paralisa 25 categorias, o governo Dilma Rousseff apelou para o pior caminho. Baixou o Decreto 7.777, publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25), que prevê a substituição dos grevistas dos órgãos federais por trabalhadores das redes públicas estaduais e municipais.

  • 93% das mortes cometidas por PMs ocorrem na periferia

    Do SPressoSP: Levantamento do Instituto Sou da Paz baseado em dados do Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade da Secretaria Municipal da Saúde apontou que 93% das pessoas que morreram em supostos tiroteios com a Polícia Militar em São Paulo nos últimos dez anos moravam na periferia.

  • Lucros da telefonia celular : caixa forte, sinal fraco

    Da CartaCapital: Como bem sabem os usuários, os investimentos das empresas de telefonia não têm acompanhado o aumento expressivo da venda de linhas. Os números do setor sugerem que não é por falta de caixa: a remessa de lucros das empresas de telecomunicação para fora do País cresce a cifras parrudas.