Outras Palavras
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2012, o ano da Privataria.
Por Maria Inês Nassif: A imprensa estará muito menos disposta a comprar uma briga durante a CPI da Privataria – quer porque ela começa questionando a lisura de aliados sólidos da mídia hegemônica em 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, quer porque esse tema é uma caixinha de surpresas.
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Santayana: hora de rever as privatizações
Da Carta Maior: Se outros efeitos não causar à vida nacional o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suas acusações reclamam o reexame profundo do processo de privatizações e suas razões. A presidente da República poderia fazer seu o lema de Tancredo: um governante só consegue fazer o que fizer junto com o seu povo.
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A morte do blogueiro Mosquito
Do Nota de Rodapé: Amilton Alexandre, conhecido como Mosquito, o blogueiro mais polêmico de Santa Catarina, foi encontrado morto em sua casa na quarta-feira passada, 13 de dezembro. Segundo a versão da polícia e de alguns amigos, os indícios apontam para suicídio. Ele estava em depressão, respondia a dezenas de processos na Justiça por causa de suas denúncias e enfrentava sérios problemas financeiros.
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A ideologia e a privatização das teles
por Sergio Leo: “Já pensou se não tivessem privatizado a indústria automobilística? Ainda estaríamos usando aquelas carroças que o Collor xingou na década de 90, lembra? O quê? A indústria automobilística já era privatizada? Mas e as companhias aéreas, hein? Só rico conseguia ir ao exterior. Depois da privatização, hoje qualquer um faz crediário e viaja a Buenos Aires… O quê? As aéreas também já eram privadas? Mas, então, o que aconteceu com as telecomunicações, hein?”
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Debate: Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia
Um dos assuntos mais comentados nos últimos dias, o livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro Jr, será tema do debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”, promovido pelo Barão de Itararé, na próxima quarta-feira (21). Além do autor, também estarão presentes Paulo Henrique Amorim, jornalista e blogueiro, e Protógenes Queiroz, deputador autor do pedido da instalação da CPI da Privataria.
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Miro pede: a “faxina” da privataria tucana
O livro de Amaury Ribeiro não é apenas “uma luz sobre este passado ainda imerso nas sombras”. É um canhão de holofotes que devassa os subterrâneos da privatização, “o maior assalto ao patrimônio público da história do Brasil”. É a peça que faltava para entender o que ocorreu naquele período de êxtase neoliberal, de desmonte do estado, da nação e do trabalho.
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M’Boi Mirim ou Pinheiros? Kassab já escolheu
Do SpressoSP: Para o orçamento de 2012 da cidade de São Paulo, a subprefeitura de Pinheiros será a que terá o maior aumento, são 12% de recursos a mais. Do outro lado da tabela está M’Boi Mirim, que sofrerá o maior corte, nada menos do que 46%. A área da subprefeitura de M’Boi Mirim é quase o dobro da circunscrita pela subprefeitura de Pinheiros. São 62,74 Km2 contra 32,06 Km2, e a diferença também se reflete na população, 563 mil contra 289 mil.
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Dilma diz que CPI “se faz em caso extremo”
Da Carta Maior: A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (16), durante café da manhã de confraternização com jornalistas, que não leu o livro A Privataria Tucana, que aponta corrupção em privatizações do governo Fernando Henrique e envolvimento do ex-ministro e adversário dela na eleição de 2010, José Serra.
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Miro: o “eminente” FHC está uma fera!
O livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro, deixou FHC irritadíssimo. O “eminente”, “notável” e “ilustre” ex-presidente do Brasil privatizado e de joelhos para o FMI sentiu o baque. Ele está uma fera. Uma semana após o lançamento do livro, ele divulgou hoje uma nota dura contra o premiado jornalista e exigiu medidas urgentes do seu partido, o entreguista PSDB, para silenciá-lo.
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Prazo termina e Brasil não cumpre sentença da OEA
Da AJD: No dia 14 de dezembro terminou o prazo concedido pela Corte Interamericana de Direitos Humanos para que seja cumprida parte da sentença que condenou o Brasil pelas graves violações de direitos humanos cometidas durante o combate à Guerrilha do Araguaia. Dentre as determinações estão a publicação da decisão em jornal de grande circulação, a indenização aos familiares da vítimas, a devolução dos restos mortais dos desaparecidos e a responsabilização criminal dos culpados.




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