Outras Palavras
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A aprovação do governo Dilma e o medo da inflação
Por Ricardo Kotscho: Vem em boa hora a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira em que a presidente Dilma Roussef é aprovada por 73% dos brasileiros, após os primeiros três meses de seu governo. É um bom indicador de que o país continua seguindo no rumo certo, segundo a maioria da população: o índice de confiança no governo Dilma neste começo de abril chega a 74%.
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Brasil e Irã: as consequências de um voto
Por Celso Amorim: No dia 24 de março, o Brasil apoiou a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas que instituiu um Relator Especial para investigar a situação no Irã. Esse tipo de relator sobre um país específico, do ponto de vista simbólico, representa o nível mais alto de questionamento sobre o estado dos direitos humanos. Para se ter uma ideia, apenas oito países estão sujeitos a esse tipo de escrutínio.
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Estadão manipula dados; a crise é da velha mídia
Os dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) apontam que, em 2009, havia 36 acampamentos e foram feitas 290 ocupações de terras. No ano anterior, em 2008, havia 40 acampamentos e foram realizadas 252 ocupações de terra. A diferença de acampamento e ocupação é o local onde as famílias vivem. O jornal O Estado de S. Paulo publicou uma matéria e, em consequência, um editorial e uma série de artigos, nos quais se lambuza com uma suposta crise do MST.
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A mídia brasileira e o golpe militar de 1964
Por Altamiro Borges: Hoje, 1º de abril, marca os 47 anos do fatídico golpe civil-militar de 1964. Na época, o imperialismo estadunidense, os latifundiários e parte da burguesia nativa derrubaram o governo democraticamente eleito de João Goulart. Naquela época, a imprensa teve papel destacado nos preparativos do golpe. Na sequência, muitos jornalões continuaram apoiando a ditadura, as suas torturas e assassinatos. Outros engoliram o seu próprio veneno, sofrendo censura e perseguições.
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Setor privado aumenta sua presença no PNBL
Do Observatório do Direito à Comunicação: As medidas que o governo vem tomando para ampliar o acesso à internet no país – incluindo o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) – têm preocupado organizações que representam os principais interessados na expansão e melhoria do serviço:os cidadãos. Há um entendimento de que o papel do Estado vem se enfraquecendo e que a responsabilidade pela efetivação das metas previstas está sendo deixada nas mãos do setor privado.
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Guerra na Líbia: a limitada cobertura da imprensa
por Paulo Nogueira: A cobertura da guerra na Líbia expõe dramaticamente os limites da mídia. Até aqui, a despeito da presença de jornalistas de todo o mundo na Líbia, você não tem uma informação vital: a confirmação dos civis mortos. Tanto Gaddafi quanto seus opositores afirmam que inocentes morreram nos bombardeios. Verdade? Propaganda?
Nenhum jornalista conseguiu provar nada. -
Jornal e ditadura: é melhor contar a verdade, Clarín
Do Nota de Rodapé: O diário argentino resolve reescrever a verdade ao narrar o bloqueio feito por sindicalistas a sua gráfica, e os jornais brasileiros embarcam na onda, cometendo uma falsificação indesculpável. O jornal argentino Clarín queixa-se que o governo da presidenta Cristina Kirchner incentiva ataques à imprensa ao não debelar o bloqueio feito na gráfica do diário.
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Ação na Líbia: a nova repartição colonial do mundo
Por Mauro Santayana: A Europa e os Estados Unidos, com sua ação contra a Líbia, buscam voltar ao século 19, e promover nova repartição colonial do mundo. Na realidade, não houve independência efetiva das antigas colônias. Mediante os artifícios do comércio internacional, e, sobretudo, da circulação de capitais, a dependência econômica e política dos países periféricos permanece.
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1964 foi “reação contra baderna”, afirmam militares
Às vésperas do 47º aniversário do golpe militar brasileiro, os presidentes dos clubes militares (Aeronáutica, Exército e Marinha) divulgaram nota na qual reafirmam que o objetivo daquele movimento foi impedir “a tomada do poder e sua entrega a um regime ditatorial” indesejado pela nação. Regime, a saber, “comunista, atrelado a ideologias antagônicas ao modo de ser do brasileiro”.
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Bolsonaro diz que é surdo, não racista
Por Brizola Neto: Reproduzo, abaixo, a matéria do Terra sobre a representação que fizemos, ontem, contra o deputado Jair Bolsonaro. E acima, um vídeo de 2008, enviado pela leitora Maria Luiza, onde o valente deputado ameaça dar um tapa na então deputada Maria do Rosário, hoje Ministra-chefe da Secretaria dos Direitos Humanos, a quem chama de “vagabunda”.






Obrigada Rodrigo por traduzir em palavras o sentimento de muitos brasileiros. Um forte e agradecido abraço!
8 horas atrás