Outras Palavras
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Guerra na Líbia: a limitada cobertura da imprensa
por Paulo Nogueira: A cobertura da guerra na Líbia expõe dramaticamente os limites da mídia. Até aqui, a despeito da presença de jornalistas de todo o mundo na Líbia, você não tem uma informação vital: a confirmação dos civis mortos. Tanto Gaddafi quanto seus opositores afirmam que inocentes morreram nos bombardeios. Verdade? Propaganda?
Nenhum jornalista conseguiu provar nada. -
Jornal e ditadura: é melhor contar a verdade, Clarín
Do Nota de Rodapé: O diário argentino resolve reescrever a verdade ao narrar o bloqueio feito por sindicalistas a sua gráfica, e os jornais brasileiros embarcam na onda, cometendo uma falsificação indesculpável. O jornal argentino Clarín queixa-se que o governo da presidenta Cristina Kirchner incentiva ataques à imprensa ao não debelar o bloqueio feito na gráfica do diário.
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Ação na Líbia: a nova repartição colonial do mundo
Por Mauro Santayana: A Europa e os Estados Unidos, com sua ação contra a Líbia, buscam voltar ao século 19, e promover nova repartição colonial do mundo. Na realidade, não houve independência efetiva das antigas colônias. Mediante os artifícios do comércio internacional, e, sobretudo, da circulação de capitais, a dependência econômica e política dos países periféricos permanece.
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1964 foi “reação contra baderna”, afirmam militares
Às vésperas do 47º aniversário do golpe militar brasileiro, os presidentes dos clubes militares (Aeronáutica, Exército e Marinha) divulgaram nota na qual reafirmam que o objetivo daquele movimento foi impedir “a tomada do poder e sua entrega a um regime ditatorial” indesejado pela nação. Regime, a saber, “comunista, atrelado a ideologias antagônicas ao modo de ser do brasileiro”.
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Bolsonaro diz que é surdo, não racista
Por Brizola Neto: Reproduzo, abaixo, a matéria do Terra sobre a representação que fizemos, ontem, contra o deputado Jair Bolsonaro. E acima, um vídeo de 2008, enviado pela leitora Maria Luiza, onde o valente deputado ameaça dar um tapa na então deputada Maria do Rosário, hoje Ministra-chefe da Secretaria dos Direitos Humanos, a quem chama de “vagabunda”.
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Os perigos dos agrotóxicos no Brasil
O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola. Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras no país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
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Metrô de S.Paulo: a interminável Linha 4
Por Antonio Martins: O governo de São Paulo acomodou-se ou tornou-se cúmplice: não exerce seu poder de exigir, da concessionária, atendimento à população. A mídia também “esqueceu” seu papel. Uma excelente pauta, trabalhosa mas muito promissora, é investigar a fundo as razões do atraso. Um caso emblemático de privatização de serviços públicos: a concessionária atrasa; o governo se omite; a mídia oculta.
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A ligação Cairo-Madison: luta dos trabalhadores
Por Noam Chomsky: As trajetórias das lutas laborais no Egipto e nos EUA estão a dirigir-se para direções opostas: para um ganho de direitos no Egipto; e para um enorme ataque nos EUA. De formas diferentes, o destino da democracia está em jogo tanto em Madison como na Praça Tahrir.
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Dívida herdada: PAC patina nos restos a pagar
Por Rudá Ricci: Nos 80 primeiros dias de governo Dilma Rousseff o PAC só se comprometeu a pagar 2,1% das despesas autorizadas por lei para 2011. Uma das explicações é o volume de contas pendentes deixadas pelo governo Lula: restam a pagar R$28,2 bi, só relativos ao PAC (o total ainda a ser pago totaliza 128 bilhòes de reais).
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A força e os limites da blogosfera
Do Blog do Miro: Em sua visita ao Brasil, o presidente do EUA, Barack Obama, havia programado um megaevento na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, palco de históricos protestos em defesa da democracia e a soberania nacional. Na última hora, o show de pirotecnia foi cancelado. Segundo a própria mídia hegemônica, a razão foi que o serviço de inteligência do império, a famigerada CIA, alertou a diplomacia ianque sobre os “protestos convocados pelas redes sociais”. Obama ficou com medo!






Se o Cerra fosse o prefeito, teríamos saraus em Higienópolis e nos Jardins. Seria a "Alternação de Posição de Cunho ...
2 horas atrás