Outras Palavras


  • A pouca ousadia de Aécio; tucano sem rumo?

    Por Rudá Ricci: Muitos analistas políticos e lideranças que transitam por Brasília afirmam, surpresos, que Aécio parece perdido e ainda não revelou “a que veio” no Senado. Obviamente que grande parte dos críticos vem do bloco serrista ou tucano-paulista, como Reinaldo Azevedo. Mas não só.

  • ONU: agroecologia produz mais alimentos

    Da Rede Brasil Atual: Ao mesmo tempo em que a alta mundial no preço dos alimentos atinge seu maior patamar em duas décadas e dá força redobrada ao fantasma da fome que persegue as populações pobres dos países economicamente mais vulneráveis, um informe da Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a agroecologia pode duplicar a produção alimentar nos próximos dez anos.

  • Gaddafi reage e “surpreende” (?) a mídia ocidental

    A imprensa operou em uníssono durante semanas: a queda de Gaddafi seria uma questão de tempo. Pois bem: Gaddafi virou o jogo. A oposição agora está circunscrita a Benghazi. A questão aqui não é defender Gaddafi ou a oposição, mas deixar claro que a mídia ocidental deixou de ser confiável, como mostra o artigo de Laurindo Leal Filho (retratado na gravura acima).

  • “Nossos aliados são os nossos vizinhos”

    Da Carta Maior: O atual Alto Representante do Mercosul, Samuel Pinheiro Guimarães explica a raiz dos esforços pela integração sul-americana. “Nossos verdadeiros aliados são nossos vizinhos, daqui e de ultramar, com os quais nosso destino político e econômico está definitivamente entrelaçado, e nossos semelhantes, os grandes Estados da periferia”, diz Guimarães.

  • Vídeo foi divulgado por primo do Alckmin

    na CartaCapital: Peça-chave na mais nova briga fratricida no governo do estado de São Paulo, o vídeo que mostra um encontro entre o secretário de Segurança Pública e um repórter do jornal Folha de S.Paulo foi publicado por um primo do governador Geraldo Alckmin. O radialista João Alckmin foi o primeiro a divulgar as imagens do circuito interno de um shopping paulistano.

  • O Dia de Fúria na Arábia Saudita

    por Hugh Miles: “Aumenta a pressão sobre o regime saudita, e forças de oposição internas e externas planejam para 6a.-feira, dia 11/3, um Dia de Fúria. Não se conhecem detalhes, por razões óbvias, mas as manifestações devem começar por volta das 16h em várias cidades do reino. A oposição trabalha freneticamente pela internet e esperam-se manifestações em todo o país.”

  • Herança da escravidão: a maior desgraça

    Por Mino Carta (que – pasmem – não é adepto da tese do sábio Ali Kamel, de que “Não Somos Racistas”): “Escrevi certa vez que se Ronaldo, o Fenômeno, se postasse na calada da noite em certas esquinas de São Paulo ou do Rio, e de improviso passasse a Ronda, seria imediata e sumariamente carregado para o xilindró mais próximo. Digo, o mesmo Ronaldo que foi ídolo do Brasil canarinho quando adentrava ao gramado.”

  • A Globo e o golpe contra o futebol brasileiro

    Por Gésio Passos, do Intervozes, sobre a disputa pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro: “Este mês será lembrado como marco do retrocesso do futebol brasileiro. Será mais um símbolo da força que a Rede Globo exerce sobre o povo brasileiro. É bom nesse momento recordar a forma com que a Globo construiu seu império midiático.”

  • A queda de Emir Sader: o professor fala!

    Emir Sader caiu antes de assumir a presidência da Casa de Rui Barbosa. Caiu depois de dar uma entrevista à “Folha”. À “Folha”? Sim. Na minha humilde opinião, o professor cometeu um erro básico: confiou na “Folha”. O objetivo do jornal era derrubá-lo. Estava na cara.

  • Brasileirão: o lobby das tevês, sem fair-play

    Da CartaCapital: A Globo e a CBF estavam em festa. Parecia um racha sem volta, a implosão definitiva do Clube dos 13, entidade que há mais de duas décadas representa os 20 maiores clubes brasileiros na negociação dos direitos de transmissão das competições nacionais. O primeiro a desertar foi o Corinthians, ao anunciar, na quarta-feira 23, que negociaria seus direitos no Campeonato Brasileiro por conta própria.