Outras Palavras


  • Natal ferve: #foraMicarla; povo nas ruas

    Por Daniel Valença: Aqui em Natal, estudantes, militantes políticos, partidários ou de movimentos sociais, cidadãos descontentes, ocuparam a Câmara Municipal da cidade desde a tarde do dia 07 de junho, recuperando a história de luta e deixando claro às elites locais que nosso povo não se constitui em uma massa amorfa, sem rosto e sem voz, como em algum momento lhes pareceu.

  • A escravidão moderna é uma maravilha

    Por Mouzar Benedito: Você está num bar ou restaurante, acompanhado de um amigo, de repente toca o celular dele. Ele atende, não é uma conversa qualquer, é trabalho. Isso está cada vez mais comum. A jornada de trabalho, para esse pessoal chegado numa “modernidade” (nisso incluem-se as relações de trabalho) não é mais de 40 horas por semana. É de 168 horas. O sujeito tem que ficar 24 horas por dia com o aparelho ligado.

  • Os bombeiros do RJ e a liberdade nossa de cada dia

    Por Dida Figueiredo: Ser livre é uma condição de existência que nenhum entre nós aceitaria abrir mão. A liberdade, em seus múltiplos significados, é um valor exaltado como singular e essencial, especialmente, em sociedades que se pretendem democráticas. Há vários meses os bombeiros fluminenses tentam negociar melhores condições de trabalho sem sucesso.

  • Strauss-Kahn: uma metáfora das práticas do FMI

    Por Leonardo Boff: O que o diretor-geral do FMI fez com Nafissatou Diallo é uma metáfora daquilo que estava fazendo com os países em dificuldades financeiras. Mereceria cadeia não só pela violência sexual contra a camareira mas muito mais pelo estupro econômico ao povo, que ele articulava a partir do FMI. Estamos desolados.

  • No Peru, eleição mostra interesses da velha mídia

    Da Caros Amigos: A eleição à presidência no Peru se aproxima e temas fundamentais como a liberdade de imprensa ocupam espaço em um debate marcado pela desconfiança sobre a capacidade democrática de ambos os candidatos. Diariamente surgem denúncias nos meios de comunicação que, em sua maioria, parecem já não terem rédeas para conter as pressões e manipulações políticas.

  • América do Sul frente à tormenta global

    Por Raúl Zibechi: O debate em curso sobre a sucessão de Dominique Strauss Kahn ensina como as potências do Norte pretendem congelar o mundo de 1944, quando foram firmados os acordos de Bretton Woods e criaram o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Naquele momento, o PIB dos Estados Unidos era ao redor dos 50% do mundial e nesta década cai abaixo dos 20%.

  • Emir Sader: a crise e as saídas da crise

    Se a crise é um momento de verdade, porque revela limites e contradições, o governo tem muito para refletir sobre sua primeira crise. Depois de surfar tranquilamente os primeiros meses, apoiado na herança positiva recebida, na vitória político-eleitoral e na maioria parlamentar conseguida, a crise de maio condensou problemas pendentes com novas circunstâncias que, se não enfrentadas de forma decidida, faz com que o governo saia enfraquecido dela e, em projeção futura, possa colocar em risco os avanços conquistados ao longo dos 8 anos do governo Lula.

  • Correlação de forças: o tacão de ferro da realidade

    Por Wladimir Pomar: Ao que parece, uma parte da esquerda brasileira esperava que fosse possível realizar uma revolução não só cultural, mas também econômica e social, através do sistema eleitoral democrático instituído após o final da ditadura militar. Supunha que um governo de esquerda, eleito pelo voto popular, teria as condições de realizar as reformas estruturais há muito reclamadas pela sociedade brasileira. Isso é o que ela esperava do PT, de Lula e, agora, de Dilma.

  • Aécio é denunciado por ocultar patrimônio

    Da Carta Maior: Recém alçado a líder máximo da oposição ao governo Dilma Rousseff, senador tucano é acusado por deputados estaduais de Minas Gerais de esconder bens para não pagar Imposto de Renda. Segundo denúncia, salário de R$ 10 mil e patrimônio declarado de R$ 600 mil não explicam viagens ao exterior, festas com celebridades, jantares em restaurantes caros e uso de carrões.

  • Campinas pede socorro: “Colapso”!

    Recebo do leitor Fábio Ruiz um relato dramático sobre o que ele qualifica como “colapso” administrativo de uma das cidades mais importantes do Brasil: Campinas. “O nível de CORRUPÇÃO é coisa NUNCA vista, nem na época do famigerado ORESTES QUÉRCIA. Ontem, tentamos com um requerimento AFASTAR via Câmara dos vereadores o “prefeito”, pois a COMISSÃO PROCESSANTE precisa que ele saia.”