FHC é tratado feito “cunhado que dá vexame”: artigo no “Estadão” expõe luta interna entre os tucanos

publicada quinta-feira, 13/05/2010 às 20:31 e atualizada sexta-feira, 21/05/2010 às 19:06

Nesse domingo, FHC estava por toda parte: na página 2, era dele um dos artigos, a pregar a união dos tucanos contra o “autoritarismo burocrático”; no caderno “Aliás”, era ele o entrevistado por uma tróica de intelectuais convidados; mas o mais engraçado estava na página A-7, na coluna de Dora Kramer! Dora Kramer falou como porta-voz de FHC. Mandou recado. Durona, implacável, começou pelo título: “Gente Insolente”… Calma! Dessa vez, ela não se referia aos “petistas”. Dora Kramer falava para o público interno, para o tucanato. Em suma, a colunista disse que o PSDB só chegou ao poder graças à genialidade de FHC. E que agora trata o ex-presidente como um “cunhado que vive dando vexame”. Juro que a expressão é dela. Está no artigo que merece ser lido, como peça de humor. Aqui, mais um aperitivo: “o tucanatinho [sic] acha que ele não fica bem na fotografia do vigoroso partido onde vicejam próceres cuja capacidade de distinguir credibilidade de popularidade é nenhuma”. A Dora Kramer está com muita raiva. Isso é problema dela.

Leia outros textos de Plenos Poderes

Compartilhe
  • Twitter
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Technorati
  • Reddit
  • Rec6
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • MySpace
  • StumbleUpon
  • Tumblr

1 Comentário

Um comentário para “FHC é tratado feito “cunhado que dá vexame”: artigo no “Estadão” expõe luta interna entre os tucanos”

  1. Onésimo disse:

    Cadê o senso de ridículo do faraó?
    Ademais, não avisaram a múmia que o Brasil mudou, por isso desanda a trololar, pensando que ainda é levado a sério.
    Será que ele ainda não entendeu que nem os tucanos, corvos e outra aves de rapina e nem mesmo o próprio demo o suportam mais?
    O que, diga-se de passagem, é mais do que merecido, depois de ter sido o pior governo que o Brasil já teve e um sociólogo mascarado que mijou pra traz como égua.

Comentar