Plenos Poderes
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Ricardo Sérgio: “o começo, o fim e o meio”
por Rodrigo Vianna: “Serra é o nome mais conhecido, mas Ricardo Sérgio é o ponto de partida para entender o esperado “livro do Amaury”. Como diria Raul Seixas, Ricardo Sérgio é “o começo, o fim e o meio”. É preciso entender quem é Ricardo Sérgio (ex-caixa de Serra e FHC), para compreender os negócios e negociatas narrados pelo jornalista.”
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“Tentáculos levam a José Serra”
por Rodrigo Vianna Amaury Ribeiro Jr. estava agitado na noite de quarta-feira. Não era pra menos: depois de mais de um ano de trabalho (só pra redigir, porque a apuração começara muito antes), o livro sobra a “Privataria Tucana” finalmente saíra da gráfica. Havia marcado de conversar com ele à tarde. Mas Amaury teve que [...]
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Livro do Amaury: 12 páginas na CartaCapital
Da CartaCapital: “Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. Neste fim de semana chega às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter.”
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As prévias no PSDB de São Paulo e um dilema
por Rodrigo Vianna: “Na eleição para a Prefeitura de São Paulo, que ocorre em 2012, os papéis se inverteram. O PT “matou” as prévias. Haddad é o candidato de Lula. Portanto, é também o candidato “natural” do PT. O PSDB, em crise e dividido, apela para as prévias: seria apenas jogo de cena dos tucanos? Há quatro pré-candidatos: Ricardo Tripoli, Andrea Matarazzo, Bruno Covas e José Anibal.”
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A mídia vende “o espetáculo”, é o “antijornalismo”
Nós, estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP, viemos explicitar o nosso repúdio à maneira como a imprensa hegemônica tem exposto os acontecimentos recentes no campus da USP. Estamos constrangidos com a maneira preguiçosa e irresponsável como a imprensa e a televisão têm feito seu trabalho, limitando-se a vender o espetáculo originário de uma cobertura superficial e pautada no senso comum.
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Forças Armadas e o fantasma da ditadura
Um problema de vocabulário. É assim que o ministro da Defesa Celso Amorim vê o Manual de Contrainteligência do Exército brasileiro, que classifica boa parte da população como “elemento adverso” e instrui a prática de espionagem e infiltração em organizações que contestem a ordem. Celso Amorim afirmou serem “absolutamente necessários” os serviços de contrainteligência e defendeu a manutenção do Manual, destacando apenas ser necessária uma revisão para adequar o vocabulário.
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Desocupação na USP: desabafo de quem tava lá
Por Shayene Metri: Cheguei na USP às 3h da manhã, com um amigo da sala. Eu achava que a PM ia aparecer e muito provavelmente isso que me fez ficar acordada lá. Não demorou muito e, pronto, muita coisa apareceu. Muitos PMs chegaram, saindo de carros, motos, ônibus, caminhões. Enquanto tudo isso acontecia, parte da PM impedia a imprensa de chegar perto da área, impedindo que os repórteres vissem tudo isso.
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As relações ambíguas entre Governo e mídia
Enquanto seus apoiadores acusam a mídia de ser golpista, governo prestigia e destina farta publicidade aos grandes meios de comunicação. Uma única edição de Veja recebe cerca de R$ 1,5 milhão em anúncios oficiais. É preciso regular e democratizar as comunicações. Mas também é necessário deixar mais claro os interesses de cada setor nessa disputa
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Paulo Preto, o “líder ferido na estrada”
“Não se abandona um líder ferido na estrada”. A frase, pungente, marcou a campanha de 2010 – tanto quanto a bolinha de papel que atingiu a cabeça de Serra, e que o “JN” da Globo tentou transformar num atentado. O líder – ferido e abandonado – era Paulo Preto. E o destinatário do recado (sempre é bom lembrar) era José Serra.
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A incrível sequência de capas da “Veja”
Gilberto Maringoni fez um trabalho didático na “Carta Maior”: expôs as principais capas de “Veja”, de 1993 a 2010. Lula é tratado com desrespeito: pé no traseiro, barriga de fora, a faixa de presidente enrolada feito venda nos olhos do presidente. FHC aparece austero, professoral, um estadista. A “Veja” apostou. E perdeu feio!




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