Plenos Poderes


  • Protógenes avisa: “já tenho 208 assinaturas”

    por Rodrigo Vianna: o deputado Protógenes, através de sua assessoria, acaba de avisar esse blogueiro – “Já tenho 208 assinaturas, mas quero chegar a 300″. Protógenes se refere às assinaturas para instalar a CPI do Cachoeira – contraventor que presenteou o probo Demóstenes Torres (DEM-GO) com uma cozinha de 45 mil reais. Para instalar CPI na Câmara, é necessário o cabalístico número de 171 assinaturas. Portanto, a CPI do Cachoeira vem aí!

  • “Punir os que afrontam a Democracia”

    A Comissão da Verdade nem foi instalada, e o clima já esquentou. Dezenas, na realidade centenas de militares se insubordinaram, lançando um manifesto contra Dilma e o ministro da Defesa, Celso Amorim. Um manifesto contra a Democracia brasileira, seria melhor dizer.

  • Serra mira os Estados Unidos do Brasil

    Candidato a intendente na São Paulo de Todos os Santos, Serra está é de olho nos problemas dos Estados Unidos do Brasil. “Estados Unidos do Brasil”. Sim. Foi dessa forma que o “mais preparado” referiu-se a nosso país, numa entrevista a Boris Casoy. O apresentador da Band, aliás, mostrou que tem mais conhecimentos de História do que de Oncologia ou Limpeza Urbana.

  • Protestos em Teresina seguem intensos

    A cidade de Teresina, capital do Piauí, é palco de mais de dez dias consecutivos de protestos contra o aumento da passagem de ônibus e uma proposta de sistema de integração. As manifestações compostas principalmente por estudantes foram persistentes e a polícia militar intensificou a repressão, que chegou ao auge na última terça-feira. Na tarde de ontem, dia 12, o prefeito anunciou que iria abrir um espaço de diálogo com o manifestantes mas nenhuma data foi anunciada.

  • Cracolândia, eleições e especulação

    A ação da prefeitura e do governo de São Paulo na chamada Cracolândia completa oito dias sob intensa contestação. As críticas vem de promotores, psicólogos, urbanistas, movimentos sociais… Para discutir o assunto, o Escrevinhador conversou com o advogado Rodolfo de Almeida Valente, que é coordenador do Instituto Práxis de Direitos Humanos, entidade que tem acompanhado a operação e denunciado os abusos policiais.

  • CPI da Privataria: deputados do PT declaram apoio

    Na última quinta-feira, dia 22, foi protocolado o requerimento de instalação da CPI da Privataria, proposta pelo deputado Protógenes Queiróz (PCdoB/SP) e que obteve o apoio de mais de 180 parlamentares. Apesar de desejada por grande parte da militância petista, a CPI parece não ter sido recebida com o mesmo entusiasmo por parte do PT, partido que teve papel fundamental na crítica às privatizações.

  • Marco Maia vai instalar CPI da Privataria?

    Dia desses, debatia com alguns tuiteiros a possibilidade de a CPI da Privataria Tucana ser enterrada num grande acordo entre tucanos e petistas. Internautas que defendem o governo de forma incondicional ficaram ofendidos. Não acho impossível que um outro acordo desses seja costurado ou desejado por alguns “pragmáticos” do PT. Mas tenho certeza que, se fizer isso, o partido pagará um preço muito alto.

  • FHC fala sobre o livro: “infâmia”; e pede indignação

    FHC saiu em defesa de Serra. Em vez de explicar ou tentar justificar as estranhas operações financeiras de parentes e amigos de Serra, FHC atacou duramente Amaury Ribeiro Jr. (autor do livro “A Privataria Tucana”) e também atirou contra o PT. O que você, leitor, achou da da reação de FHC?

  • A vitória parcial é dos “doidos” e “sujos”

    A CPI da Privataria vem aí. Contra a vontade de Otavinho, Ali Kamel, Civita e dos colunistas histéricos que servem a essa gente. Meia dúzia de blogueiros sujos (obrigado, Serra) avisou o público: há um livro sobre as privatizações na praça. A brava “CartaCapital” publicou 12 páginas sobre o livro. E os leitores nas redes sociais espalharam a notícia.

  • Um a menos

    Neste mês encerrou-se uma busca e um luto que já duravam 38 anos. As cinzas de Miguel Sabat Nuet, preso e morto pela ditadura militar brasileira, foram entregues aos seus filhos pelas mãos da emocionada ministra Maria do Rosário, no dia 12 de dezembro. O espanhol-venezuelano Miguel não tinha nenhuma atividade política e estava apenas de passagem pelo Brasil quando foi preso em 1973 em São Paulo, torturado e assassinado no DOPS.