Plenos Poderes


  • Protestos em Teresina seguem intensos

    A cidade de Teresina, capital do Piauí, é palco de mais de dez dias consecutivos de protestos contra o aumento da passagem de ônibus e uma proposta de sistema de integração. As manifestações compostas principalmente por estudantes foram persistentes e a polícia militar intensificou a repressão, que chegou ao auge na última terça-feira. Na tarde de ontem, dia 12, o prefeito anunciou que iria abrir um espaço de diálogo com o manifestantes mas nenhuma data foi anunciada.

  • Cracolândia, eleições e especulação

    A ação da prefeitura e do governo de São Paulo na chamada Cracolândia completa oito dias sob intensa contestação. As críticas vem de promotores, psicólogos, urbanistas, movimentos sociais… Para discutir o assunto, o Escrevinhador conversou com o advogado Rodolfo de Almeida Valente, que é coordenador do Instituto Práxis de Direitos Humanos, entidade que tem acompanhado a operação e denunciado os abusos policiais.

  • CPI da Privataria: deputados do PT declaram apoio

    Na última quinta-feira, dia 22, foi protocolado o requerimento de instalação da CPI da Privataria, proposta pelo deputado Protógenes Queiróz (PCdoB/SP) e que obteve o apoio de mais de 180 parlamentares. Apesar de desejada por grande parte da militância petista, a CPI parece não ter sido recebida com o mesmo entusiasmo por parte do PT, partido que teve papel fundamental na crítica às privatizações.

  • Marco Maia vai instalar CPI da Privataria?

    Dia desses, debatia com alguns tuiteiros a possibilidade de a CPI da Privataria Tucana ser enterrada num grande acordo entre tucanos e petistas. Internautas que defendem o governo de forma incondicional ficaram ofendidos. Não acho impossível que um outro acordo desses seja costurado ou desejado por alguns “pragmáticos” do PT. Mas tenho certeza que, se fizer isso, o partido pagará um preço muito alto.

  • FHC fala sobre o livro: “infâmia”; e pede indignação

    FHC saiu em defesa de Serra. Em vez de explicar ou tentar justificar as estranhas operações financeiras de parentes e amigos de Serra, FHC atacou duramente Amaury Ribeiro Jr. (autor do livro “A Privataria Tucana”) e também atirou contra o PT. O que você, leitor, achou da da reação de FHC?

  • A vitória parcial é dos “doidos” e “sujos”

    A CPI da Privataria vem aí. Contra a vontade de Otavinho, Ali Kamel, Civita e dos colunistas histéricos que servem a essa gente. Meia dúzia de blogueiros sujos (obrigado, Serra) avisou o público: há um livro sobre as privatizações na praça. A brava “CartaCapital” publicou 12 páginas sobre o livro. E os leitores nas redes sociais espalharam a notícia.

  • Um a menos

    Neste mês encerrou-se uma busca e um luto que já duravam 38 anos. As cinzas de Miguel Sabat Nuet, preso e morto pela ditadura militar brasileira, foram entregues aos seus filhos pelas mãos da emocionada ministra Maria do Rosário, no dia 12 de dezembro. O espanhol-venezuelano Miguel não tinha nenhuma atividade política e estava apenas de passagem pelo Brasil quando foi preso em 1973 em São Paulo, torturado e assassinado no DOPS.

  • Deputado Protógenes exige CPI da Privataria

    Na última segunda-feira, dia 12, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB/SP) protocolou o requerimento de abertura da “CPI da privataria”. De acordo com Protógenes, o intuito é “investigar em profundidade as denúncias de irregularidades e lavagem de dinheiro apresentadas pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior”.

  • A fala de Amaury, o livro e a CPI

    Participei da tuitcam com Amaury Ribeiro Jr, na última sexta-feira. O resultado das mais de duas horas de convesa com o Amaury foi um volume brutal de informações – que deve ter deixado ainda mais gente com vontade de ler o já famoso “A Privataria Tucana”. Nas próximas semanas, podemos esperar: campanhas de desqualificaçãos (mini dossiês contra Amaury e outros que tiveram a coragem de ajudar a preparar esse livro histórico), ataques contra setores do PT e contra o aecismo (que Serra acredita estar por trás de Amaury), mas também muitas novidades a partir do que o livro mostrou.

  • Eleitor diz não à divisão; Pará “precisa mudar”

    Nesse domingo, dia 11, os eleitores paraenses foram às urnas e disseram “Não” à divisão do Estado para se criar mais dois estados – Carajás e Tapajós. Juliana Sada, do Escrevinhador, conversou com o deputado estadual e ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL/PA): “Os paraenses de todos os cantos deste Estado sairão das urnas com uma certeza – o Pará precisa mudar”.