Sopa de Letras
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Biografia revela ilustrador do século XIX
Importante personagem da história da imprensa brasileira, o italiano Ângelo Agostini é pouco conhecido e estudado. Designado amplamente como artista gráfico, Agostini (1843-1910) é o principal ilustrador da segunda metade do século XIX e um dos grandes retratistas de seu tempo. Além de ser o introdutor da história em quadrinhos no Brasil e um defensor da causa abolicionista.
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Livro polêmico é disponibilizado para o público
Nesta semana, o Escrevinhador publicou o artigo do professor Marcos Bagno, da UnB, que gerou um grande debate entre os leitores do blog. Em seu texto, o professor defende o livro “Por uma vida melhor”, que tem sido criticado por admitir a variante não formal da língua portuguesa. Na grande mídia, argumentou-se que o livro “ensina a falar errado”. O livro é utilizado no programa “Educação de Jovens e Adultos” e foi submetido à avaliação do Ministério da Educação.
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Izaías Almada e o drama dos desaparecidos
Nesta quarta-feira, tem início a 20ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes eventos de artes cênicas do Brasil. Com duração até dez de abril, o Festival reúne mais de quatrocentas atrações, entre teatro, música, circo, stand-up comedy, dança e cinema. O dramaturgo e escritor Izaías Almada, colunista deste Escrevinhador, terá sua peça “Pai” encenada pela Cia Nuvem da Noite.
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O sargento que lutou contra a ditadura
Chega às livrarias uma obra que ajuda a desvendar mais do passado recente brasileiro. Ao traçar o perfil de Pedro Lobo, que combateu a ditadura de armas na mão, o jornalista e historiador João Roberto Laque conta a história daquele período.
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Aurélio revela: “fumei, mas não traguei”
No “Doladodelá”, Marco Aurélio Mello transforma realidade em ficção. Drogas, espionagem, lares dilacerados. Tudo isso aparece na novela cibernética, inspirada na situação dramática de famílias poderosas e desesperadas, na zona sul carioca. Quem é o misterioso vizinho do andar de baixo? Confiram!
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Poesia num feriado de abril: T. S. Eliot e os homens ocos
Os versos se revelam, devagar. É preciso ler, reler. Vou até o fim da estrofe. Fico com a impressão de não ter compreendido bem o que o poeta quis dizer. Retorno ao começo, sorvo as palavras, as metáforas – belas metáforas – e então a poesia se revela. “Sigamos então, tu e eu/Enquanto o poente [...]
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Encontro com Fernando Sabino: a falta que ele faz!
Vou falar já do Fernando Sabino. Mas, antes, peço licença pra lembrar de umas coisas… Quando eu era criança, não havia propriamente uma “biblioteca” lá em casa. Meus pais guardavam os livros numa prateleira, num quarto que servia também para que meu irmão e eu esparramássemos nossos cacarecos, nossos jogos e, principalmente, nossos times de futebol [...]
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Benedetti está morto; vamos ler mais Benedetti
Há três semanas, a leitora Elisabeth Otero vinha-me mantendo atualizado sobre o estado de saúde de Mario Benedetti, o longevo escritor uruguaio. Aos 88 anos, ele passou alguns dias internado em Montevidéu, no começo desse mês. Elisabeth me enviou a sugestão de uma “corrente poética” (sugerida no blog de Saramago), como forma de mandar boas vibrações a Benedetti. Nem cheguei [...]
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A prosa comovente do uruguaio Mario Benedetti
Acabo de ler o belíssimo romance “A Trégua”, de Mario Benedetti. É prosa da melhor qualidade – serena e comovente. Muito longe de ser um crítico literário, falo aqui como simples leitor. Fui fisgado pelo veterano Benedetti num passeio despretensioso, meses atrás, por uma dessas livrarias modernas de São Paulo. Por acaso, topei com “Correio [...]
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Zweig e o Brasil: país do futuro ou país do Fouché?
(texto originalmente publicado em 13 de outubro de 2008, quando este blog ainda era um “quase-blog”) Li, com enorme prazer, “Joseph Fouché”, de Stefan Zweig (no Brasil, a obra está no catálogo da Editora Record). O escritor austríaco – que se suicidou em Petrópolis (RJ), em 1942 – escreveu o livro em 1928. É uma leitura [...]




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