Análise
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Márcio Pochmann: 70 anos de salário mínimo no Brasil
Por Márcio Pochmann: A política do salário mínimo no Brasil passou por profundas modificações, seja em seu objetivo, seja em seus resultados, desde sua introdução pelo presidente Getúlio Vargas, em 1940, durante o regime autoritário do Estado Novo (1937–1945). Sua história, contudo, registra quatro fases distintas. Mesmo ainda distante de seus objetivos originais, o mínimo nacional, por ser a remuneração de ingresso no mercado de trabalho organizado e a base da hierarquia salarial de grande parte das empresas, se mantém como referência dos salários.
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Mino Carta: A gestação do governo de Dilma
Estamos de volta a um clima político inquieto em que a mídia nativa se alia na mira do alvo único, a evocar os tempos do ataque a Lula e seu governo para culminar com o escândalo do chamado mensalão. A situação é parecida, mas não é igual. Em primeiro lugar, Dilma Rousseff não é o ex-operário que sentou no trono, embora tenha sido ungida por ele. E nos passos iniciais na Presidência, Dilma contou com a simpatia de boa parte da mídia, por mais medida que fosse e transparentemente voltada a afastar a criatura do criador.
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Bin Laden foi traído? Com certeza, sim
A desaparição de Bin Laden lança uma luz sombria sobre o Paquistão. Durante meses, o presidente Alí Zardari nos disse que Osama vivia em uma caverna no Afeganistão. E agora descobrimos que ele vivia em uma mansão no Paquistão. Foi traído? Claro que sim. O Paquistão sabia onde estava. Há uma pergunta muito óbvia sem resposta: as forças de segurança do Paquistão não poderiam ter capturado Bin Laden?
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Mino Carta: o Terror é anacrônico?
Por Mino Carta: O terrorismo não morre com Bin Laden, o próprio Barack Obama reconheceu no discurso do anúncio da ação fulminante que entregou a Alá o príncipe do terror. Não é prova de otimismo exagerado, contudo, admitir que o caminho da Al-Qaeda estreitou-se. A começar pelo fato de que não há substituto à altura para personagem tão carismática, feroz e determinada até a obsessão.
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A ligação Cairo-Madison: luta dos trabalhadores
Por Noam Chomsky: As trajetórias das lutas laborais no Egipto e nos EUA estão a dirigir-se para direções opostas: para um ganho de direitos no Egipto; e para um enorme ataque nos EUA. De formas diferentes, o destino da democracia está em jogo tanto em Madison como na Praça Tahrir.
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Recado para a mídia: o PAC vai bem, obrigado
Da Agência T1: Toda vez que o governo federal apresenta a prestação de contas do PAC causa um rebuliço na imprensa. Como regra, esta tem um olhar que dá mais destaque para o que falta concluir do que para o foi efetivamente realizado. Além desse viés, a imprensa se prende mais ao que foi pago do que ao que foi realizado objetivamente.
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Pomar: combates que o PT precisa travar
Por Valter Pomar: “Nossa avaliação das eleições presidenciais de 2010 deve começar sempre com uma tripla comemoração e com um forte agradecimento. Comemoração pela continuidade do processo de mudanças iniciado em janeiro de 2003, pela eleição da primeira mulher presidente da República e por termos derrotado mais uma vez a direita demotucana. Agradecimento ao povo de esquerda.”
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“A guerra se deu entre o preconceito e a verdadeira informação”
Em entrevista à Carta Maior, Marilena Chauí avalia a guerra eleitoral travada na disputa presidencial e chama a atenção para a dificuldade que a oposição teve em manter um alvo único na criação da imagem de Dilma Rousseff: “o preconceito começou com a guerrilheira, não deu certo; passou, então, para a administradora sem experiência política, não deu certo; passou para a afilhada de Lula, não deu certo; desembestou na fúria anti-aborto, e não deu certo.
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Mino Carta: Dilma, mostre que é de briga!
Dilma e Lula, há pelo menos um mês, aceitaram a pauta da oposição. Serra pauta a mídia, que pauta a Dilma. O Lula e a Dilma parecem o Parreira. O time deles só toca a bola de lado. É a hora de deixar o parreirismo de lado, e partir pra cima. Não sou eu, apenas, quem estou dizendo. É o Mino Carta. Ele sabe das coisas.
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Por que o lulismo cresceu e Dilma caiu?
Houve nas últimas semanas um duplo movimento, aparentemente contraditório, na disputa eleitoral. De um lado, nos Estados, a onda lulista cresceu – com vitórias estrondosas na disputa pelo Senado, especialmente. De outro lado, Dilma recuou – apesar de ter ficado a apenas 3 pontos de liquidar eleição no domingo.




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