Debate
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O lugar do Estado para a direita e a esquerda
Por Emir Sader: O esgotamento de um modelo estatista na esquerda, junto à hegemonia neoliberal relegaram o Estado a um lugar marginal nas interpretações teóricas e nas concepções políticas predominantes durante algum tempo. A “sociedade civil” no marco dos movimentos populares, o mercado, na direita, passaram a ocupar seu lugar, como se o Estado tivesse se tornado intranscendente.
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“Será que os palestinos não têm direito à paz?”
O questionamento vem de Abla Sa’adat, que veio ao Brasil participar da Semana do Povo Palestino. Abla estava acompanhada de outras lideranças: Leila Khaled, Jamal Juma e Mahmoud Zwahre. Além de exporem a situação a qual estão submetidos, os palestinos vieram pedir apoio internacional à sua luta.
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A direita e o nada
O projeto de país posto em prática pelos setores mais progressistas da sociedade brasileira, mesmo com dissensões, dissidências e desconfianças internas, sob o comando do partido de maior densidade eleitoral dessa aliança, o PT, inicia uma nova etapa da luta política no Brasil. Uma etapa mais dura, quando se sabe que o esforço necessário para vencer o atraso e eliminar as mazelas, além de exigir competência e determinação política, passa também por quebrar a resistência de preconceitos ideológicos, estejam eles à esquerda ou à direita.
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Comissão da Meia Verdade, ou a volta da “conciliação nacional” de Tancredo
Aos desavisados, pode ter parecido que a aprovação do PL 7.376/2010 pela Câmara dos Deputados, na noite de 21 de setembro, foi uma vitória da democracia. Ocorre que a Comissão Nacional da Verdade — na configuração em que foi aprovada e caso o Senado mantenha inalterado o texto do projeto — tende a resultar em mero embuste, um simulacro de investigação, tais as limitações que lhe foram impostas.
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Milton Temer: Carta Aberta aos petistas
“Com a legitimidade de quem cumpriu dois mandatos de deputado federal; e de quem por duas vezes disputou a presidência, representando os segmentos mais combativos e identificados com o programa socialista, é que me considero na obrigação de me dirigir aos militantes e alguns dirigentes do Partido dos Trabalhadores…”
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E se falarmos de “eticamente correto”?
Do Observatório do Direito à Comunicação: Rafinha Bastos, humorista e apresentador do programa CQC, fez uma piada em um dos seus shows que logo repercutiu por toda a internet: mulher feia que é estuprada não tem que reclamar, tem que agradecer. Auto-denominado politicamente incorreto, Rafinha insiste na pertinência da sua piada e diz que a função do humor é provocar.
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Reforma: voto facultativo ou compulsório?
Da CartaCapital: Na pauta da comissão Especial do Senado que trata da reforma política, uma das propostas é adotar o voto facultativo. Depois de quase 80 anos de voto compulsório, estabelecido pelo Código Eleitoral de 1932, a mudança ganha adeptos. Apesar disso, ao que parece, o tema ainda divide os senadores, assim como faz com a sociedade. Dos vários que estão sendo discutidos, nenhum é tão polêmico.
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Carta Aberta à companheira Dilma
Aproximam-se as eleições de outubro. Passada a overdose do futebol, o Brasil mergulha nas águas turbulentas de uma campanha eleitoral com características como há algum tempo não se viam na nossa história, trazendo lembranças – para os que viveram como eu, ainda adolescentes – as disputadíssimas eleições de 1955 e 1960, onde o viés ideológico permeava os votos daqueles que iriam escolher entre o progresso do país ou a estagnação e o atraso.




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