Vasto Mundo


  • Argentina avança: “os meios foram desmascarados”

    Governo com apoio popular, oposição desacreditada e meios de comunicação perdendo a influência. São esses elementos que possibilitaram ao governo argentino de Cristina Kirchner avançar em questões espinhosas como democratização dos meios de comunicações e o julgamento de militares envolvidos com a ditadura. A opinião é do senador Daniel Filmus, do Partido Justicialista. Ele falou com exclusividade ao Escrevinhador.

  • “Será que os palestinos não têm direito à paz?”

    O questionamento vem de Abla Sa’adat, que veio ao Brasil participar da Semana do Povo Palestino. Abla estava acompanhada de outras lideranças: Leila Khaled, Jamal Juma e Mahmoud Zwahre. Além de exporem a situação a qual estão submetidos, os palestinos vieram pedir apoio internacional à sua luta.

  • Ataque ao Irã: Netanyahu, o irracional

    Da CartaCapital: O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se revela um péssimo estrategista ao ameaçar um ataque contra o Irã. A intimidação, por conta do desenvolvimento de armas atômicas naquele país, também demonstra o elevado grau de irracionalidade do premier. Isso porque a ameaça é, na verdade, um blefe bastante arriscado – e com consequências catastróficas para o mundo, e não somente para Israel.

  • Filme mostra palestinos e israelenses lutando juntos (e vencendo)

    Na Cisjordânia está o pequeno povoado palestino de Budrus. Com apenas 1.400 habitantes, que têm na terra e nas oliveiras a sua sobrevivência, a vila ganhou destaque em 2003 e virou exemplo de resistência e solidariedade. Budrus estava na rota do muro que o governo israelense constrói para separar Israel da Palestina, a obra invadiria território palestino e os habitantes de Budrus perderiam cerca de seis acres (em torno de 24 m²) e três mil oliveiras.

  • Moore em Wall Street: “viciados em ganância”

    Os homens nos altos andares desses prédios são responsáveis por arruinar as vidas de milhões de pessoas – centenas de milhões de pessoas – nesse planeta. Eles nunca têm o suficiente. Eles não estavam satisfeitos sendo podres de rico. Eles queriam ser algo maior do que podres de ricos e é isso que eles conseguiram. Eles podem ter roubado trilhões de dólares, mas nós estamos aqui para dizer que nós queremos esse dinheiro de volta.

  • Dilma na ONU: sem complexo de vira-lata

    Na abertura da Assembléia Geral da ONU, ao falar para o mundo, Dilma destacou a condição feminina e a especificidade do Brasil no mundo. Emocionou-me a menção que a presidenta fez à lingua portuguesa. Lembrei-me de certo presidente (brasileiro, até prova em contrário) que foi à França e preferiu falar em Francês (!) na Assembléia Nacional daquele país. Era o presidente que certa elite brasileira considerava “cosmopolita”.

  • Trevas nos EUA: Perry e suas orações vêm aí!

    A eleição de Obama – como todos sabem – foi uma reação aos terríveis anos Bush. Reação tênue. Entretanto, com a economia patinando, Obama corre riscos de perder a reeleição para um republicano. Que tipo de republicano? O provavel oponente é Rick Perry, governador do Texas. Ele é visceralmente contra o aborto, contra a união gay. E acha que a economia pode reagir na base da fé. Pra completar, num debate pela TV essa semana, disse que aquecimento global é “bobagem”.

  • Líbia pós-Gaddafi: “colônia disfarçada”

    Com o fim do regime de Gaddafi e às vésperas de uma reunião de líderes mundiais para debater a reconstrução da Líbia, o futuro do país começa a se desenhar. Apesar das incertezas sobre o que virá, o cientista político e diretor de Instituto de Cultura Árabe José Farhat aponta que algumas certezas: “a tal ‘democracia’ e o ‘futuro’ estão sendo desenhados lá fora e impostos ao povo líbio”. Para Farhat, ação da OTAN na Líbia é um recado aos povos árabes: “quem não ler pela cartilha terá as forças da OTAN contra ele”. Sobre o interesse das potências no petróleo líbio, Farhat afirma que “a rapina do século está em curso”.

  • A Bolívia rebelde – muito antes de Evo Morales

    Entrevistei Everaldo de Oliveira Andrade*, um dos maiores estudiosos do processo político boliviano no século XX. O historiador paulista é autor de 3 livros (o terceiro deles será lançado semana que vem, com um debate no Memorial da América Latina, em São Paulo), que nos ajudam a lembrar: as lutas sociais na Bolívia não começaram com as rebeliões indígenas comandadas por Evo Morales.

  • Protestos em Londres: Por que aqui e agora?

    Por Tariq Ali: Por que sempre as mesmas áreas eclodem primeiro, seja qual for a causa? Puro acidente? Poderia ter algo a ver com raça, classe, pobreza institucionalizada e a pura rigidez da vida cotidiana? Os políticos da coligação, com suas ideologias petrificadas, não podem dizer isso. O três partidos são igualmente responsáveis pela crise. Eles fizeram a bagunça.

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