Nos porões da tortura – 4
publicada sexta-feira, 20/08/2010 às 14:36 e atualizada sexta-feira, 20/08/2010 às 14:09
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Bom dia, Rodrigo.
Vcs pretendem lançar um dvd com as matérias dessa série? Acho que elas merecem um registro mais permanente.
Abraços.
Eros Grau foi o relator do processo CONTRA a Revisão do Processo da Lei da Anistia.
Além do ministro EROS GRAU: posicionaram-se CONTRA a REVISÃO da LEI DA ANISTIA: As ministras CÁRMEN LÚCIA ANTUNES ROCHA e ELLEN GRACIE; E os ministros GILMAR MENDES, MARCO AURÉLIO MELLO, CELSO DE MELLO e CEZAR PELUSO.
Quem defendeu a Revisão da Lei, alegando que a anistia não teve o “caráter amplo, geral e irrestrito”, foram os ministros RICARDO LEWANDOWSKI e AYRES BRITTO. Para estes: “certos CRIMES são, pela sua natureza, absolutamente incompatíveis com qualquer ideia de criminalidade política pura ou por conexão”.
O ministro DIAS TOFFOLI não participou do julgamento porque estava à frente da Advocacia Geral da União na época em que a ação foi ajuizada, mas chegou a anexar informações ao processo. E o ministro JOAQUIM BARBOSA estava de licença médica.
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=125515
EU, JAMAIS VOU ESQUECER ESTES 7 X 2…
Só agora vi essas matérias, Rodrigo, e quero parabenizá-lo e à equipe. Belíssimo trabalho, merecedor deste e de todos os prêmios.
Felicito também a TV record, por ter colocado no ar um trabalho tão importante sobre tema que a mídia brasileira costuma ignorar, por medo ou conivência.
Caro Rodrigo Vianna acho exemplar suas reportagens sobre a tortura e a ditadura em nosso país. Lembro-me apenas uma vez de ter ficado tão emocionado quanto dessa vez, quando acabei de ler o livro Tortura Nunca Mais em minha adolescência. E apesar de tantos anos terem passado até hoje nossa história não foi passada a limpo. Espero, sinceramente, que essa reportagem ajude a elucidar passado tão obscuro e covarde de nossa história. Parabéns pela reportagem e pelo prêmio merecidamente ganho. Sds.
Inconcebível que essa parte da história do Brasil seja esquecida.
Parabéns à equipe. Precisamos mais reportagens como essa. Na verdade a sociedade brasileira precisa se mobilizar ou ser mobilizada para escancarar de vez os arquivos da ditadura.
Como é possível ignorar o que aconteceu?
O Lula indicou gente de direita para o STF. Nao poderia acontecer outra coisa senao o arquivamento definitivo desta barbarie.
Parabéns Rodrigo!
Merecido reconhecimento que você e sua equipe receberam.
A série de reportagem deveria ser vista por todos os brasileiros, principalmente os mais jovens.
Acredito que este seu brilhante trabalho, como tantos outros sempre muito bem feitos, como as entrevistas que comanda na Record, a meu ver, podem ajudar as novas gerações a compreenderem melhor o papel que você desempenha na mídia, bem como as razões de suas posições contundentes em contraposição aos ditames do PIG, sempre na defesa de um Brasil mais democrático e com plena liberdade para todos brasileiros.
Tomei a liberdade de reproduzir a este seu trabalho sobre a ditadura em meu blog.
Um abraço e votos de constantes e permanentes sucessos.
Rodrigo, excelente trabalho documental, que merece mais de um prêmio!!! é importante que nossos jornalistas possam mexer com os fatos históricos e trazer mais esclarecimentos para os jovens de hoje, que pouco se interessam com os momentos históricos recentes. Que tenhas saúde para continuar trabalhando assim… com uma brilhante equipe!!! grande abraço fraterno. Neusa Ribeiro, jornalista e professora universitária.
Rodrigo,cada vez que alguem, um reporter, um jornalista um roteirista de cinema escreve sobre este assunto, eu me emociono . e me revolto. Sinto que ainda não fizemos o documentário definitivo sobre o assunto, a obra que exorcise de vez os fantasmas da tortura e da ditadura;
qiero te dar os parabéns, pela postura e ousadia e estender esse abraço a todos da Record, e , quem diria, da direção da emissora que permite e libera seus profissionais para a prática de um jornalismo sem rabo preso.
Gostaria muito que um dia pudéssemos produzir um bom documentário, ou quem sabe um longa metragem , como um docu-drama. Algo a que todos tivessem acesso e que a grande mídia apoiasse. Mas aí também é querer demais né?
Receba meu abraço, e quando puder, faça uma boa matéria sobre José Carlos da Matta Machado, meu primo, filho de Edgar de Godoy da Matta Machado, sobrinho de Ayres, e que foi assassinado como tantos outros pela tortura e ditadura no Brasil. Existem razoáveis fontes que poderão dar o seu depoimento.
Parabens a todos.
Concordo 100% com o Sr.Marlon Weichert